O comerciante Gerônimo Filho Barbosa e uma mulher identificada como Leila Maria Lopes de Sales, que haviam sido presos temporariamente durante a Operação Ouro Sujo , deflagrada no último dia 04 de novembro pela Superintendência de Operações Integradas (SOI), foram postos em liberdade.

A Coluna apurou que os dois alvos foram soltos, após o término do prazo da prisão temporária que se findou no último dia 08 de novembro.

Foto: Alef Leão/GP1
Tribunal de Justiça do Piauí

Segundo o delegado Matheus Zanatta, as investigações começaram em outubro, após a polícia receber a denúncia de que uma empregada doméstica havia furtado diversas joias e outros objetos de valor da residência onde trabalhava. “Essa mulher era doméstica na casa da patroa. Ela subtraiu diversas joias e outros objetos da residência”, explicou o delegado.

A polícia identificou que parte das joias furtadas foi revendida ao comerciante Gerônimo, dono de uma loja no Centro da capital. A partir daí, foram expedidos três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão, além da suspensão das atividades comerciais do suspeito.

Foto: Alef Leão/ GP1
Matheus Zanatta

“Nós começamos uma investigação em outubro, após uma pessoa subtrair várias joias da sua patroa. Conseguimos identificar para quem essa pessoa revendeu as joias, um lojista do Centro de Teresina. Representamos por mandados de prisão e de busca, além da suspensão das atividades da loja desse lojista”, detalhou Zanatta.

Leila Maria foi presa quando saía de um supermercado onde havia sido recentemente contratada.  Já a filha dela, também teve a prisão temporária decretada, suspeita de se beneficiar do crime. “Representamos pela prisão da filha também, mas ainda precisamos amadurecer as investigações dentro do inquérito policial. As informações que temos indicam que a filha se beneficiava da subtração das joias, utilizando esses produtos e ostentando-os nas redes sociais”, explicou Zanatta.

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Polícia Civil do Maranhão prepara ação para prender empresário no Piauí

A Coluna obteve acesso a informação, exclusiva, dando conta de que é chegada a hora de policiais civis do vizinho estado do Maranhão cruzarem o Rio Parnaíba em direção ao Piauí para por as mãos em um empresário, que vem tendo seus passos monitorados há tempos.

Sem causar alarde, a Coluna promete trazer em primeira mão a prisão que é dada como certa. Como diz o experiente delegado Barêtta: “ele é quem vai dizer como quer ser preso”.

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