O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa ( DHPP ) identificou novos acusados de participação no assassinato do motorista de aplicativo, Francisco Alan Marques da Silva . As investigações seguem em andamento e, segundo o diretor do departamento, delegado Barêtta , novas prisões podem ocorrer nos próximos dias.
À Coluna, o delegado explicou que o DHPP foi acionado logo após o desaparecimento da vítima. A partir daí, equipes iniciaram diligências que resultaram na prisão de três suspeitos e na localização do corpo do motorista.
“Nosso propósito era dar uma resposta à família, e o crime está devidamente elucidado. Como já havíamos adiantado, outras pessoas ainda podem ser presas”, afirmou.
Durante as investigações, a polícia realizou buscas no município de Piripiri, onde havia informações de que o veículo da vítima, um Renault Sandero, estaria escondido. No local, o carro não foi encontrado, mas a perícia conseguiu coletar elementos importantes que ajudam a identificar outros envolvidos.
Dias depois, o DHPP recebeu a informação de que o veículo havia sido incendiado às margens da BR 222, na zona rural do município de Brasileira. De acordo com o delegado, a ação criminosa teve como objetivo eliminar possíveis provas. Apesar disso, Barêtta destacou que a tentativa de destruir evidências acabou contribuindo com o trabalho policial. “O criminoso muitas vezes deixa rastros, até por vaidade. Ao tentar apagar provas, eles acabam fornecendo elementos que ajudam ainda mais na investigação”, explicou.
Veículo foi usado em crimes em Campo Maior
As apurações também indicam que o carro da vítima foi utilizado em outros crimes após o assassinato, incluindo assaltos em diferentes municípios da região de Campo Maior. Até o momento, três pessoas foram presas, mas a polícia acredita que há mais envolvidos, inclusive indivíduos que teriam participado da ocultação e destruição do veículo.
O inquérito segue em fase de instrução e, segundo o diretor do DHPP, será encaminhado ao Poder Judiciário com um conjunto robusto de provas para dar continuidade ao processo criminal.
Rapidinhas
DHPP reforça tese de latrocínio contra motorista de aplicativo
Segundo o delegado Barêtta, diretor do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), a principal hipótese é de que o motorista de aplicativo Francisco Alan Marques da Silva, 27 anos, tenha sido vítima de um latrocínio – roubo seguido de morte.
Três suspeitos de envolvimento no crime permanecem presos temporariamente: Luiz Bezerra Neto, Weslley Fernandes Pereira e Matheus Silva Caland. A princípio, o DHPP estava em busca apenas de Luiz Neto, apontado como principal suspeito, enquanto os outros dois foram detidos em flagrante por estarem na companhia dele, em posse de armas e joias.
No decorrer das investigações, Luiz Neto acabou confirmando a participação dos outros dois na empreitada criminosa.
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