O deputado estadual Evaldo Gomes , presidente do Solidariedade no Piauí, espera que, no próximo ano, o governador Rafael Fonteles , do PT, permita que os partidos que compõem a base aliada formem mais de duas chapas, as denominadas “chapinhas”, visando as eleições para a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.

Foto: Lucas Dias/GP1
Deputado Evaldo Gomes

O parlamentar declarou à imprensa que o deputado Jadyel Alencar está formando uma “chapinha” com a participação do capitão Fábio Abreu. Jadyel Alencar espera contar, para o Republicanos, com os 57.027 votos que Fábio Abreu obteve na eleição passada. Agora, é esperar 4 de outubro de 2026 chegar para apurar os votos.

Filiação do Delegado Charles ao Partido Verde

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Delegado Charles Pessoa

O delegado Charles é do Partido Verde. A garantia de que o atuante delegado da Polícia Civil do Piauí, Charles Pessoa , vai assinar a ficha de filiação ao partido Verde é da ex-vereadora de Teresina e ex-deputada estadual Teresa Britto , presidente da legenda no Piauí. A data e o local da filiação de Charles Pessoa ao PV, segundo Teresa Britto, ainda dependem de entendimento entre os dois. Espero o convite.

Fábio Abreu e a política eleitoral

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Fábio Abreu

O suplente de deputado federal e secretário de Assistência Técnica e Defesa Agropecuária, Fábio Abreu , que está filiado ao Republicanos sentiu-se ameaçado eleitoralmente com o ingresso do ex-governador Wilson Martins ao PSD. Na eleição de 2022, o capitão Fábio Abreu, pelo PSD, foi votado por 57.027 (cinquenta e sete mil e vinte e sete) eleitores.

Pergunta ao governador sobre a vice-governadoria

Perguntei ao governador do Piauí, Rafael Fonteles, do PT, se há divergência entre ele e o ministro Wellington Dias quanto à escolha do candidato ou candidata à vice-governadoria na chapa pela qual ele vai disputar a reeleição ao Governo do Estado. O chefe do Executivo piauiense foi pragmático na resposta: “Nós não estamos tratando de eleição. Só vou tratar sobre eleição em 2026, mas não há nenhuma divergência minha com o ministro Wellington, em nenhum aspecto.”

Confira, na TV GP1 , o diálogo entre este radialista e jornalista e o matemático e professor no exercício do mandato de governador do Piauí. Até o próximo ano, muito boato vai “rolar Piauí afora”.

Sem anúncio no momento

Polêmica na Câmara de Teresina

O vereador Petrus Evelyn , do Progressistas, continua a ser uma “pedra no sapato” do prefeito de Teresina, Sílvio Mendes . Ele juntou-se aos vereadores Dudu Borges e João Pereira, do PT, em pedido de vistas ao projeto que o chefe do Executivo encaminhou à Câmara para renegociar uma dívida de quinhentos milhões de reais junto ao Banco do Brasil, sob o argumento de obter juros menores que os atuais.

O projeto estava na pauta de votação na sessão desta terça-feira, 21 de outubro de 2025. O líder do prefeito na Câmara de Teresina, vereador Bruno Vilarinho, do PRD, vai precisar de “muito jogo de cintura” para colocar o pedido em pauta novamente e conseguir que ele seja aprovado. O tempo passa, e, sem essa renegociação, o prefeito Sílvio Mendes argumenta que as finanças da prefeitura não vão ficar “numa boa”.

Votação das contas do ex-prefeito Dr. Pessoa

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Dr. Pessoa, ex-prefeito de Teresina

Enquanto isso, a votação em plenário das prestações de contas do ex-prefeito Dr. Pessoa foi adiada mais uma vez. O presidente da Câmara, vereador Enzo Samuel , do PDT, garante: “Da próxima semana não passa”, e, em plenário, a maioria dos parlamentares vai decidir se reprova ou aprova as contas do ex-prefeito da capital piauiense, o médico e professor da Universidade Federal do Piauí, José Pessoa Leal.

Situação do Progressistas e base aliada

O Partido Progressistas parece “dormindo no ponto”. Em tempo: os partidos da base aliada ao governador e candidato à reeleição Rafael Fonteles, do PT, têm pré-candidatos de sobra à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados; o PP está aparentemente “minguado” de pré-candidaturas às duas casas legislativas.

Histórico político de Petrônio Portella e Dirceu Arcoverde

Em 1974, o senador Petrônio Portella, então presidente nacional da ARENA, já era “forte” no Planalto Central. O general do Exército e presidente da República, Ernesto Geisel, determinou que ele coordenasse a escolha dos governadores Brasil afora.

Em 1970, o senador piauiense perdeu a disputa para três ex-governadores do Ceará: Parsifal Barroso, Plácido Castelo e o coronel do Exército Brasileiro e governador do Ceará pela primeira vez (1963–1966), Virgílio Távora, que indicaram o engenheiro parnaibano Alberto Tavares Silva, que havia sido presidente da Companhia de Eletricidade do Ceará de 1962 a 1970.

Com “costas largas e sabido que só”, Petrônio Portella escolheu o médico e professor da Universidade Federal do Piauí, Dirceu Mendes Arcoverde, que havia sido secretário de Saúde de Alberto Silva, governador do Piauí de 1970 a 1974. Indicado e apoiado pelo Palácio do Planalto, a eleição de Dirceu Arcoverde, em 3 de outubro de 1974, foi “moleza”. Assumiu o governo do Estado em 15 de março de 1975 e deixou o Palácio de Karnak em 14 de março de 1978, quando renunciou para ser candidato a senador da República, deixando o vice Djalma Veloso no cargo de governador.

Em 16 de março de 1979, o senador Dirceu Mendes Arcoverde faleceu em decorrência de um derrame cerebral, e Alberto Silva, que havia perdido a eleição para ele, assumiu o mandato. Coisas do destino.

A administração de Dirceu Arcoverde no governo do Estado foi marcada principalmente por investimentos no setor de saúde e ampliação do sistema de abastecimento de água potável através da Agespisa.

Foi homenageado com a denominação do município de Dirceu Arcoverde, desmembrado do município de São Raimundo Nonato em 1979, e do conjunto habitacional na zona sudeste de Teresina, o Dirceu Arcoverde, cuja construção começou sob a gestão dele, passou a ser habitado na década de 1980 e, atualmente, é conhecido como a região do Grande Dirceu.

Sugestão de leitura

Sugestão: leitura do livro Trilhas da Morte , do pesquisador, historiador e escritor teresinense Paulo Machado.

Contate-me pelo 86 99954 5023.

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1