O atentado a tiros que resultou na morte do influenciador Charlie Kirk , apoiador de Donald Trump , repercutiu também no Brasil. O ataque, ocorrido na Universidade Utah Valley, acabou desencadeando uma troca de farpas entre o humorista piauiense Whindersson Nunes e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
A polêmica começou quando Nikolas Ferreira publicou no X (antigo Twitter) a mensagem: “Seja a extrema-direita que eles tanto têm medo”, em referência ao crime. A publicação irritou Whindersson Nunes, que rebateu: “Um cara tomou um tiro no pescoço devido à polarização, olha o que o cristão diz”.
O comentário deu início a um bate-boca nas redes sociais. Nikolas reagiu chamando o humorista de “canalha”: “Ele tá mais chocado com um tweet irônico do que com o atentado. E ainda cita cristianismo. Vai ser canalha assim lá longe”.
Whindersson respondeu, citando a própria essência do cristianismo: “É que o cristianismo meio que vem da história de um cara que foi CRUCIFICADO INJUSTAMENTE. Porque eu chamaria pessoas para o meu lado da história, guerrear contra o outro lado, se não foi isso que o homem que morreu pregou? É contraproducente, Nikolas. O que é cristianismo pra você?”.
Trump defende pena de morte para suspeito
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump se pronunciou sobre o caso e defendeu a aplicação da pena de morte ao suspeito do assassinato de Charlie Kirk. Em entrevista à Fox News nesta sexta-feira (12/9), Trump afirmou que o homem responsável já foi preso, após ser entregue à Justiça pelo próprio pai.
“Espero que ele seja considerado culpado. Vou conseguir a pena de morte pelo que você fez a Charlie Kirk. Ele trabalha tanto e todos que o assistem gostam dele. A esquerda está tendo um ataque cardíaco”, declarou o republicano.