O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) recebeu ameaças de morte após fazer publicações sobre o assassinato do ativista norte-americano Charlie Kirk. Segundo apuração do coluna GrandeAngular , a Polícia Legislativa Federal (PLF), da Câmara dos Deputados, investiga ao menos três pessoas envolvidas nas ameaças, incluindo um policial militar reformado do Ceará e uma jovem do Espírito Santo.
O próprio parlamentar compartilhou nas redes sociais as mensagens recebidas. O PM reformado do Ceará teria escrito: “Mataram o Nikolas Ferreira dos EUA, agora falta saber quando o daqui vai também”. Já a moradora do Espírito Santo marcou o perfil de Ferreira e escreveu: “Vou te matar a tiros, seu merda”.
Na última quinta-feira (11), a Polícia Federal prendeu o universitário Adalto Gaigher Junior por ameaçar o deputado. O estudante, no entanto, foi liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
Atuação de Ferreira nas redes sociais
Após a morte de Kirk, Nikolas Ferreira passou a expor perfis que, segundo ele, teriam “comemorado” o assassinato. O parlamentar marcou empresas nas quais essas pessoas trabalham e solicitou a demissão de algumas delas. Além disso, Ferreira ironizou publicamente o cantor Junior Lima, da antiga dupla Sandy e Junior, que se manifestou contra a anistia durante show no festival The Town, em São Paulo, no último sábado (13).
Comentários sobre o homicídio de Kirk também motivaram uma troca de acusações entre Nikolas Ferreira e o humorista Whindersson Nunes, ocorrida em rede social, reacendendo o conflito entre os dois.