Nesta segunda-feira (26), o ministro Gilmar Mendes , do Supremo Tribunal Federal (STF), tornou a defender o ministro Dias Toffoli , que está no centro do escândalo do Banco Master .
“Toffoli tem uma trajetória pública marcada pelo compromisso com a Constituição e com o funcionamento regular das instituições”, disse Mendes em uma publicação na rede social X.
De acordo com Gilmar, “no exercício da jurisdição, sua atuação observa os parâmetros do devido processo legal e foi objeto de apreciação da Procuradoria-Geral da República, que reconheceu a regularidade de sua permanência no caso”.
O ministro seguiu a publicação dizendo: “a preservação da independência judicial e o respeito às instâncias institucionais são condições indispensáveis para o diálogo republicano e para a confiança da sociedade nas instituições”.
O Procurador-geral da República, Paulo Gonet , arquivou na semana passada o pedido de deputados da oposição para que Toffoli deixasse a relatoria do caso Master.
A oposição política citou a viagem de Dias Toffoli, em um jatinho particular, dividida com um dos advogados do caso do banco. Estava na aeronave o advogado Augusto Botelho, que defende o diretor de compliance do Master, Luiz Antonio Bull, também investigado pela PF