A Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de janeiro (Asfav) protocolou uma solicitação de aditamento na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA), com a intenção de reforçar o pedido de medida cautelar urgente em benefício do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL).

O texto pontuou que a situação de Bolsonaro é grave e que as medidas adotadas internamente pelo Estado brasileiro seriam insuficientes para mitigar riscos à saúde do ex-chefe do Planalto.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Jair Bolsonaro

A petição é assinada pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), pelos deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO), Bia Kicis (PL-DF), Hélio Lopes (PL-RJ) e Paulo Bilynskyj (PL-SP), além das advogadas Bianca Cobucci Rosière, Maíra de Paula Barreto Miranda e do advogado Ezequiel Sousa Silveira.

No texto, os assinantes justificaram que a medida cautelar solicitada se impõe como “única forma de prevenção eficaz de dano irreparável à vida, à saúde e à integridade” de Bolsonaro. Os apoiares do ex-presidente defendem que ele deve cumprir pena em regime domiciliar.