Recentemente, o pré-candidato à Presidência da República, Renan Santos , afirmou que o também pré-candidato ao Palácio do Planalto e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) “tem de morrer”. Com a repercussão negativa da declaração feita durante transmissão ao vivo nas redes sociais, o dirigente do MBL se pronunciou e defendeu que a expressão fazia referência a uma “morte política”, e não de violência física.

Renan Santos é presidente do partido Missão, e argumentou que o trecho que repercutiu nas redes sociais foi retirado de contexto. No novo vídeo publicado em que comenta a situação, ele reforçou as críticas ao filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e falou que não se arrepende do que disse.

Foto: Reprodução/Youtube
Pré-candidato Renan Santos

Na gravação, o dirigente do MBL falou novamente que Flávio “tem de morrer politicamente”, e atacou a atuação situação do senador no cenário nacional, além de atribuir ao senador atitudes que considerou terem enfraquecido o combate à corrupção durante o governo Bolsonaro.

Um dos casos mencionados foi o das rachadinhas, o esvaziamento da Lava Jato por conta de articulações políticas, o fim da CPI da Lava Toga e a indicação de Augusto Aras para a PGR. Renan Santos também declarou que Flávio Bolsonaro e a família seriam “um problema para o Brasil”.