Perdoar ou não perdoar, eis a questão

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Como consequência de leituras e estudos de textos relativos à vida e aos ensinamentos dos principais mestres espirituais da humanidade, constatei que existem alguns elementos centrais aos seus pensamentos e pregações. Dentre esses aspectos essenciais, destaco o Perdão.

Verifiquei ser o Perdão a essência do caminho para a Salvação (no caso de Jesus, o Cristo) ou da Iluminação (na espécie de Buda). Após a constatação de sua importância na fundação teórica dos citados mestres, verifiquei também que o referido tema é pouquíssimo aplicado na vida diária das pessoas e, com algumas poucas exceções, dificilmente é pregado com sinceridade por qualquer sociedade organizada do nosso tempo.

Caso a tese citada – perdão como essência da Salvação e Iluminação, seja verdadeira e tenha a importância indicada nas doutrinas dos referidos mestres, quais seriam as razões da não vivência pelos indivíduos do perdão em suas vidas?

Talvez uma das respostas a esta indagação passe pelo desconhecimento das pessoas, individualmente consideradas, e da sociedade, como um todo, do real valor de princípios como a “Aceitação” e a “Não Resistência” e, por conseguinte, a desconsideração do potencial purificador e renovador do Perdão.

Boa sorte a (nós) todos.
Eusébio/CE, 28 de abril de 2014.
José Anastácio de Sousa Aguiar

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Sobre o autor

Anastácio Aguiar é Psicanalista, Hipnólogo e Terapeuta de vidas passadas e escreve a Coluna desde 2008.