O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, deputado estadual Francisco Limma , descartou que a divergência entre o ministro Wellington Dias e o governador Rafael Fonteles em torno da chapa majoritária deste ano esteja relacionada às eleições de 2030. Segundo o parlamentar, o debate não envolve a sucessão no Palácio de Karnak e não configura uma disputa antecipada entre as duas lideranças políticas.

Francisco Limma afirmou que debates internos e discordâncias de estratégia são naturais dentro do PT e que essas discussões contribuem para o amadurecimento das decisões e não indicam um confronto entre lideranças. O deputado destacou que, no momento, não há tratativas específicas sobre 2030.

Foto: Lucas Dias/GP1
Deputado estadual Francisco Limma

“Divergências, às vezes diferenças, às vezes debates puxados por um ou outro, eu não vejo que esteja havendo isso. Pode haver discordância de estratégia, isso também é natural, isso ajuda, inclusive, o fortalecimento do partido, esse debate e essas diferenças que existem. Eu não vejo isso como queda de braço. O que eu entendi é que não está sendo discutido 2030, mas a política a gente sempre olha para frente, a gente não olha para trás, mas eu acho que não é isso o debate”, disse o deputado.

O parlamentar também comentou a posição do ministro Wellington Dias em relação à eleição para o Senado. Segundo Limma, há uma preocupação compartilhada por diferentes lideranças, inclusive de outros partidos, em garantir a eleição de dois senadores pela base aliada.

“Há uma posição clara do ministro Wellington Dias, uma preocupação, não só dele, mas também de muitos outros líderes, inclusive, de outros partidos, com relação a gente eleger os dois senadores. Eu acho que isso é importante nós trabalharmos para assegurar uma eleição dos dois senadores e isso vai ajudar a fortalecer o projeto a ser conduzido, se Deus quiser e o povo aprovar, da reeleição do presidente Lula”, afirmou Limma.

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