O deputado estadual Francisco Limma (PT) afirmou nesta quarta-feira (3) que a vaga de suplência da pré-candidatura do deputado federal Júlio César ao Senado deve ser ocupada por uma mulher com trajetória consolidada dentro do Partido dos Trabalhadores e ligação histórica com os movimentos sociais. A declaração foi dada durante sessão da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), em meio às discussões sobre os nomes cotados para compor a chapa governista.
Ao comentar os critérios que considera ideais para a escolha, Limma reforçou que defende um nome com maior identificação histórica com o PT. “Eu pessoalmente acho que deve ser uma mulher que tenha uma história com o partido, que tenha uma relação com os movimentos sociais, que pense o Piauí mais desenvolvido, inclusivo e sustentável”, afirmou o parlamentar.
Na sequência, o deputado reconheceu que a definição ainda será debatida internamente pela legenda e citou alguns dos nomes que vêm sendo ventilados nos bastidores, entre eles o de Iasmin Dias, filha do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
“Tem que ser uma mulher, eu defendo que seja alguém que esteja há mais tempo no PT, mas que esteja e tenha uma história, mas o nome o partido tem que discutir. A Iasmin é um dos nomes, tem outros nomes sendo colocados, já ouvi falar no nome da Rosário Bezerra, da Regina Sousa, então tem outros nomes aí. Tem que ser um nome com histórico e militância no Partido dos Trabalhadores que venha preencher esse espaço”, declarou Francisco Limma.
Atualmente, Iasmin Dias aparece como um dos nomes mais comentados para ocupar a suplência na chapa de Júlio César. Apesar disso, Limma indicou preferência por um perfil com maior tempo de atuação partidária e participação nos movimentos ligados ao PT.
O deputado também avaliou que a disputa pela vaga demonstra fortalecimento da pré-candidatura de Júlio César ao Senado. “Isso é um bom sinal, quando tem muita gente disputando suplências é sinal de que está cada vez melhor a pré-candidatura do Júlio César, mas no PT é assim mesmo, sempre que bate uma possibilidade de discussão de vagas, o PT é um partido democrático e todo mundo tem o direito de apresentar os nomes”, concluiu.