O assassinato do influenciador Charlie Kirk , nessa quarta-feira (10), nos Estados Unidos, gerou grande repercussão e aumentou a preocupação com a violência política no país norte-americano.

Fundador da organização Turning Point USA e aliado próximo do presidente Donald Trump, Charlie Kirk morreu após ser baleado no pescoço durante uma palestra em uma universidade no estado de Utah.

Foto: Reprodução/Instagram
Charlie Kirk

No Brasil, o caso gerou grande comoção entre os políticos de direita, entre eles, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e parlamentares como os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG), Gilberto Silva (PL-PB), Gustavo Gayer (PL-GO), Messias Donato (Republicanos-ES), Paulo Bilynskyj (PL-SP), e os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Jorge Seif Junior (PL-SC), Rogério Marinho (PL-RN), entre outros.

“Se a esquerda mata pessoas e não é chamada de ‘extrema esquerda’, imagine se fosse. [...] Eles querem nos silenciar, mas o que conseguiram foi nos despertar. Charlie Kirk não partiu em vão. E quando tentarem nos esmagar, perceberão tarde demais: criaram uma geração que jamais será derrotada”, afirmou Nikolas Ferreira em uma rede social.

O senador Ciro Nogueira também criticou a classificação de “extremista” dada a Charlie Kirk. “Mais uma vítima da Direita sofre um atentado e paga com a própria vida. E a turma do ‘amor’ ainda chama Charlie Kirk de ‘extremista’. A que ponto a crueldade desses pode chegar”, disse.

Trump culpa esquerda

Em publicação na internet, o presidente Donald Trump culpou o que chama de “esquerda radical” pela morte de Charlie Kirk, que deixa esposa e dois filhos pequenos.

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