Aliado do primeiro-ministro Keir Starmer , do Reino Unido , renunciou ao cargo e agravou a pressão sobre o premiê. O governo de Starmer está sendo marcado pela alta reprovação popular.

O diretor de Comunicação, Tim Allan, anunciou nesta segunda-feira (09) que deixa o cargo “para permitir que se construa uma nova equipe em Downing Street”. Essa é a segunda demissão após a crise envolvendo o ex-embaixador britânico Peter Mandelson e o criminoso americano Jeffrey Epstein .

Foto: Reprodução/Instagram
Keir Starmer

O chefe de gabinete de Starmer e que era também seu principal assessor, Morgan McSweeney, deixou suas funções no último domingo (08).

Em 2025, McSweeney admitiu que havia recomendado a nomeação de Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos . Mandelson foi afastado de suas funções em setembro, após seus vínculos com Epstein virem à tona.

Na semana passada, o primeiro-ministro admitiu que sabia das ligações de Mandelson com Epstein quando o indicou para o cargo diplomático em Washington, mas que McSweeney, seu aliado “mentiu” sobre a “extensão” da relação.

Mesmo com a saída de McSweeney, deputados apontam que a responsabilidade final da designação de sua indicação deveria ser assumida pelo premiê.

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