A morte de Amy Eskridge, registrada em 11 de junho de 2022 em Huntsville, no Alabama, voltou a ganhar repercussão após ser associada a uma série de outros casos envolvendo profissionais ligados a pesquisas militares, nucleares e aeroespaciais nos Estados Unidos . Ao menos outros dez episódios recentes com características incomuns passaram a circular juntos nas redes, levantando questionamentos sobre possíveis conexões. Diante da repercussão, o presidente Donald Trump afirmou que participou de uma reunião sobre o tema e prometeu respostas em poucos dias, classificando a situação como séria.

A Casa Branca informou que iniciou uma revisão abrangente dos casos. A secretária de imprensa, Karoline Leavitt, declarou que o governo trabalha em conjunto com diversas agências federais e com o FBI para analisar os episódios e identificar eventuais pontos em comum. Segundo ela, a investigação pretende examinar todos os dados disponíveis e fornecer atualizações assim que houver conclusões, diante do aumento das dúvidas públicas sobre os acontecimentos.

Foto: Divulgação/Casa Branca
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Eskridge, que tinha 34 anos, teve a morte registrada como resultado de ferimento por arma de fogo autoinfligido, conforme documentos oficiais. Ainda assim, detalhes adicionais não foram amplamente divulgados. Cofundadora do Instituto de Ciência Exótica, ela dizia atuar em pesquisas experimentais relacionadas à propulsão, incluindo estudos que descrevia como “antigravidade”. Em entrevistas anteriores, relatou pressões, ameaças e dificuldades relacionadas ao seu trabalho, além de mencionar preocupações com a exposição pública de suas pesquisas.

Em uma entrevista concedida em 2020, Eskridge afirmou que enfrentava assédio e sabotagem, e relatou um ambiente que descreveu como hostil para pesquisadores que trabalham com tecnologias não convencionais. Ela também declarou que havia urgência em publicar seus estudos, mencionando que a situação ao seu redor se tornava mais intensa com o tempo. Em diferentes ocasiões, sugeriu que cientistas em áreas semelhantes poderiam interromper suas atividades ou desaparecer do cenário público após avanços considerados sensíveis.

Além do caso de Eskridge, passaram a ser citados nomes como o major-general aposentado William “Neil” McCasland, a cientista Monica Jacinto Reza, o engenheiro Frank Maiwald e outros profissionais ligados a instituições como a NASA e o laboratório de Los Alamos. A Administração Nacional de Segurança Nuclear (NNSA) informou que acompanha os relatos e conduz apuração sobre os casos. Até o momento, autoridades não confirmaram qualquer ligação entre as ocorrências, e não há evidências públicas que estabeleçam conexão direta entre a morte de Eskridge e os demais episódios.

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