Luís Correia - PI

Candidatos denunciam irregularidades em concurso de Luís Correia

O GP1 recebeu denúncia de um dos aprovados para procurador do município.

Nathalia Carvalho
Teresina

Aprovados no concurso público da Prefeitura de Luís Correia, para o cargo de Procurador do Município, procuraram o GP1 nesta terça-feira (06) para denunciar que até o momento não foram convocados para assumir as vagas, segundo eles, devido a irregularidades por parte do prefeito Kim do Caranguejo.

Em denúncia formulada junto ao Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), consta que o prefeito teria firmado contratos irregulares com escritórios de advocacia, com comissionados, além de apadrinhamento político, fatos estes que ocasionaram preterição da ordem da lista de chamada do concurso público.

Um dos aprovados no concurso, que preferiu não se identificar, afirma que apesar de ter sido selecionado no certame não foi chamado para ocupar o cargo de procurador do município, já que o prefeito mantém contratos irregulares com comissionados que exercem o papel de procurador da cidade.

“A Prefeitura de Luís Correia realizou o concurso e aí foram nomeadas apenas duas pessoas, sendo que uma pediu exoneração e no caso ficou a lista com mais cinco pessoas para serem renomeadas para ser procurador do município. Ocorre que a prefeitura tem vários contratos com escritórios de advocacia, provavelmente de amigos ou conhecidos do prefeito que estão representando o município”, contou ao GP1.

Ainda segundo o denunciante, funcionários em cargo comissionado estariam exercendo a função de procurador. “Existem escritórios que ganham até R$ 15 mil por mês, mediante isso formulamos a denúncia no Tribunal de Contas e não é só isso, existem vários comissionados na prefeitura que exercem a atividade de procurador do município. Além disso existem diversas vagas em aberto e o prefeito não convoca os selecionados”, relatou.

Leia o processo na íntegra abaixo ou clique aqui.

Outro lado

O GP1 tentou contato com o prefeito de Luís Correia, Kim do Caranguejo, mas até o fechamento desta matéria o gestor não foi localizado.

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