Política

Capitão Styvenson vai realizar seletivo para contratar assessores

Os selecionados serão chamados para uma entrevista em dezembro. Os que forem contratados devem começar a trabalhar no dia 2 de fevereiro de 2019, quando inicia o próximo período legislativo.

Wanessa Gommes
Teresina
- atualizado

O Capitão Styvenson (Rede), senador mais votado do Rio Grande do Norte, vai realizar processo seletivo para contratar assessores parlamentares. De imediato, serão nomeados profissionais de nível superior para atuação no gabinete de apoio, em Natal. Um detalhe chama atenção na seleção: os candidatos aprovados e selecionados devem fazer exame toxicológico.

Segundo o G1, o edital foi publicado na sexta-feira (09) e os currículos devem atender ao mesmo. No total, estão sendo ofertadas 8 vagas para profissionais nas seguintes áreas: Direito (duas vagas), Administração (uma vaga), Saúde (uma vaga), Educação (uma vaga), Economia (uma vaga), Tecnologia da informação (uma vaga) e Comunicação social (uma vaga).

  • Foto: Facebook/Capitão StyvensonCapitão StyvensonCapitão Styvenson

Os selecionados serão chamados para uma entrevista em dezembro. Os que forem contratados devem começar a trabalhar no dia 2 de fevereiro de 2019, quando inicia o próximo período legislativo. A remuneração e os benefícios são os previstos no regimento do Senado Federal.

“Essa é uma iniciativa pioneira em nosso estado. Quem sabe até do país. O que eu quero com isso é valorizar as pessoas que moram e conhecem os problemas do nosso estado, as angústias e necessidades do povo potiguar”, destacou Styvenson.

Segundo o novo senador, a escolha de um processo seletivo para a contratação de sua equipe vem da necessidade institucional de utilizar ferramentas de gestão de pessoas, sobretudo, no sentido de eficiência e eficácia dos serviços que serão prestados à população.

“É claro que terei outras pessoas mais próximas em nosso gabinete, tanto aqui na capital potiguar quanto em Brasília, mas toda a nossa equipe está sendo formada com base nos preceitos da meritocracia, ou seja, pela competência profissional e também por princípios morais. Por isso a exigência de exame toxicológico e comprovação de capacidade técnica. Eu, inclusive, também me submeterei ao exame. Temos que ser exemplo”, concluiu Styvenson.

Mais conteúdo sobre: