Polícia

Estudante de engenharia é preso com 460 comprimidos de ecstasy em Teresina

Segundo a Polícia Civil, o indivíduo, de 26 anos, distribuía entorpecente para consumidores com alto poder aquisitivo, na capital.

Nayrana Meireles
Teresina
- atualizado

Um estudante de engenharia civil de uma faculdade particular foi preso na noite desta quarta-feira (16), com mais de 460 comprimidos de ecstasy, treze volumes de maconha, nove micro-selos de LSD, e um pacote da droga conhecida como MD, sementes e cânhamo, formas derivadas da planta cannabis sativa. A apreensão, que é a maior do estado, foi realizada durante a Operação Noctuam, deflagrada por policiais civis lotados na Delegacia Geral. Até o momento, a polícia não revelou o nome do indivíduo.

Segundo a Polícia Civil, o indivíduo de 26 anos distribuía entorpecente para consumidores com alto poder aquisitivo, na capital. Ele estava sendo procurado há dias pelos investigadores, que conseguiram localizá-lo e realizar a prisão em flagrante em um estabelecimento comercial na zona leste de Teresina.

  • Foto: Divulgação/Polícia CivilDrogas apreendidasDrogas apreendidas

Segundo o delegado Matheus Zanatta, a investigação foi realizada pelos profissionais da Gerência de Polícia Especializada da Delegacia Geral, que realizaram a desarticulação do esquema de venda de drogas sintéticas mais sofisticado do Piauí. "O nacional fazia a distribuição por meio de redes sociais, através de grupos de aplicativo, e também aceitava pagamento com cartão de crédito e de débito", explicou o delegado.

Ainda de acordo com Zanatta, o acusado possuía até mesmo sementes de maconha para plantio. "O indivíduo de 26 anos que foi preso em flagrante com a droga mantinha consigo um farto material entorpecente, desde maconha com alta concentração de THC, in natura, como processada na forma de pó, também vendia Lsd, ecstasy, uma droga sintética conhecida com MD, e até dispunha de sementes de maconha para plantio", ressaltou o delegado.

A Operação Noctuam foi assim denominada em alusão ao verbete latino notívago, em referência ao comportamento do nacional preso, que só distribuía as drogas ao anoitecer.

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