O óbito de uma criança natural do município de Pedro II é investigado pela Secretaria de Estado da Saúde do Piauí ( Sesapi ). Nesta terça-feira (26), a pasta informou que a suspeita é de que a morte tenha sido causada por leishmaniose visceral, conhecida popularmente como calazar.

A criança festava internada no Hospital Infantil Lucídio Portela , mas devido ao grave estado de saúde, ela não resistiu e morreu no hospital. Diante da suspeita de calazar, as autoridades submeteram amostras e exames da criança para análise, que deve confirmar se a morte foi causada pela doença.

Foto: Divulgação/Ascom
Hospital Infantil Lucídio Portella (HILP)

Chef morreu com suspeita de calazar em 2025

No Piauí, o chef de cozinha Micael Morais, de apenas 30 anos, morreu com suspeita de leishmaniose visceral. O falecimento ocorreu em 6 de agosto de 2025. O cachorro de Micael também teria sido diagnosticado com calazar e morreu dias antes do tutor.

O chef de cozinha foi internado para investigar o quadro de saúde e nesse tempo recebeu o diagnóstico da doença. Durante o tratamento, ele contraiu uma bactéria, o que agravou seu estado clínico. Micael não resistiu às complicações e faleceu no hospital.

Leishmaniose visceral

A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa grave transmitida pela picada do mosquito-palha, e pode ser fatal se não for tratada adequadamente. Animais domésticos podem atuar como reservatórios da doença, contribuindo para sua disseminação em áreas urbanas e rurais.

Entre os principais sintomas da leishmaniose viral em seres humanos estão: febre alta, inchaço e dor no abdômen devido ao aumento do fígado e baço, perda de peso e anemia. Outros sinais mais comuns são diarreia, tosses e sangramentos, ocorrendo em casos mais graves das doenças.

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