O vereador de Teresina James Guerra (Avante) declarou que já definiu o seu apoio à reeleição de Marcelo Castro (MDB) para o Senado nas eleições de 2026. Em entrevista concedida à imprensa nesta quarta-feira (03), o parlamentar afirmou que vem conversando com os outros pré-candidatos que também irão disputar uma cadeira na Casa, e que neste mês de junho deve definir para quem irá o seu segundo voto.
“Eu tenho apenas definido em caráter já definitivo a questão do senador Marcelo Castro, mas a gente, todo mundo que é da política, a gente já vem conversando, porque o período já se aproxima e a gente tem que comunicar às bases da gente o trabalho que a gente vai fazer. Então há conversas e a gente vai anunciar em breve o segundo voto ao Senado. Acredito que, nesse mês de junho, agora a gente defina o segundo candidato ao Senado”, afirmou o vereador.
O parlamentar participou de almoço junto ao senador, em que ele disse que o pré-candidato apresentou sua contribuição para o Piauí e Teresina, principalmente no campo de obras. Além disso, o vereador também pontuou que Marcelo Castro expôs a importância do apoio dos vereadores para o pleito, e que mais de 20 parlamentares devem apoiá-lo na caminhada para a reeleição. "Ele falou da importância dos vereadores na primeira vez que ele se candidatou ao Senado, que ele entende que foi um apoio determinante para que ele tivesse resultado positivo na época. O senador tem a intenção de repetir a mesma fórmula, fazer com que todos trabalhem para ajudá-lo a chegar nesse segundo mandato de senador pelo Piauí. Acredito que mais de 20 vereadores vão apoiá-lo", destacou.
James Guerra pontuou que, para a definição do segundo voto ao Senado, ele irá avaliar como os nomes que irão disputar a Casa Alta são acolhidos no seu campo político, e também vai levar em consideração os projetos de cada pré-candidato e a conjuntura em que eles aparecem para então decidir quem vai apoiar.
“Quando a gente vai fazer uma reunião política, que a gente vai apresentar um candidato ao Senado, você tem que ver qual é a conjuntura em que ele aparece, e a gente tem que saber o que a gente vai dizer também do candidato, do que ele fez. Não é simplesmente a gente declarar por uma fala, então, para isso poder acontecer, precisa de um amadurecimento. Eu tenho que, muitas vezes, ver se as pessoas que estão no meu campo político têm uma boa aceitação desse ou daquele candidato. Então isso está sendo construído ao longo do tempo”, avaliou o parlamentar.