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Teresina - Piauí

Polícia desarticula fraude milionária em lojas de departamentos no Piauí

As ações se estendem nos estados do Maranhão e também no Rio Grande do Norte.

Alef Leão/GP1 1 / 6 Alvo da Operação Parasitas Alvo da Operação Parasitas
Divulgação/SSP-PI 2 / 6 Cumprimento de mandado de prisão pela equipe do delegado Anchieta Nery Cumprimento de mandado de prisão pela equipe do delegado Anchieta Nery
Divulgação/SSP-PI 3 / 6 Cumprimento de mandados pela equipe do delegado Célio Benício Cumprimento de mandados pela equipe do delegado Célio Benício
Divulgação/SSP-PI 4 / 6 Buscas na Operação Parasitas Buscas na Operação Parasitas
Divulgação/SSP-PI 5 / 6 Veículo apreendido durante as ações da Operação Parasita Veículo apreendido durante as ações da Operação Parasita
Divulgação/SSP-PI 6 / 6 Cumprimento de mandados na Operação Parasitas Cumprimento de mandados na Operação Parasitas

A Polícia Civil do Piauí deflagrou a Operação Parasitas nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (15) para dar cumprimento a mandados de prisão temporária, busca e apreensão e afastamento de sigilo de dados, contra pessoas físicas e entidades envolvidas em um complexo esquema de fraude corporativa contra empresas do setor de varejo no estado do Piauí, Maranhão e Rio Grande do Norte.

Uma das lojas foi o Atacadão dos Parafusos, que fica localizada na Avenida Barão de Gurgueia, zona sul de Teresina, e foi interditada pela polícia.

O inquérito policial revelou a emissão de notas fiscais frias e superfaturadas, além do desvio de peças de veículos do setor de oficina, com prejuízos estimados em mais de R$ 3 milhões. As investigações apontaram para a existência de uma associação criminosa entre ex-funcionários e fornecedores de peças e serviços automotivos.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas em diversos endereços residenciais e comerciais nas cidades de Teresina, Alto Longá, Timon, Estado do Maranhão e Jurucutu, Rio Grande do Norte, visando desarticular toda a rede envolvida. Ao todo foram expedidos 23 mandados de prisão temporária e a suspensão das atividades econômicas de empresas que, de acordo com os indícios, eram usadas para facilitar as práticas criminosas.

Investigações adicionais sugerem que esta organização criminosa pode ter lesado outras empresas, indicando um padrão de comportamento fraudulento que se estende além do caso inicialmente identificado.

Para assegurar a eficácia da operação e a recuperação dos ativos financeiros, foi determinado judicialmente o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens, incluindo veículos automotores dos investigados ou das pessoas jurídicas implicadas. Essas medidas visam impedir a dissipação de patrimônio e garantir a reparação dos danos causados pela atividade ilícita.

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