Em sessão da Câmara Municipal de Teresina , o vereador Carlos Ribeiro (PDT) avaliou os seis primeiros meses de gestão do prefeito Sílvio Mendes (União Brasil). Ao passo em que apontou melhorias em alguns setores da administração pública da capital piauiense, o parlamentar também ressaltou que há muito trabalho a ser feito para mudar e fornecer serviços de qualidade à população.
“A gente vê o esforço do prefeito em melhorar a cidade, a preocupação dele com a cidade, mas a gente vê que realmente que a saúde melhorou, mas não está boa, tem que melhorar bastante ainda. Vemos a limpeza da cidade, que melhorou também, mas não está boa, tem que melhorar muito mais”, declarou o vereador.
Um dos pontos elencados pelo parlamentar foi a situação da zona rural de Teresina. Em uma súplica ao chefe do Executivo, Carlos Ribeiro elencou problemas que ainda persistem nesse setor, assim como sua preocupação em garantir que a população da região tenha suas demandas atendidas.
“Queria chamar a atenção, o que me preocupa mais é exatamente em relação à zona rural de Teresina, que eu sinto, em relação à gestão passada, nesses seis primeiros meses piorou, o tratamento que a SAAD Rural está fazendo. Eu considero inferior ao que vinha sendo feito. O prefeito, sugiro, que libere o orçamento para a zona rural de Teresina, para a SAAD Rural, porque lá a situação é complicada. Estou com dois meses que pedi uma máquina para roçar a estrada da Fazenda Soares, e até hoje a máquina não conseguiu chegar lá porque tá sempre quebrada. Falta manutenção”, destacou Carlos Ribeiro.
Nesse contexto, o parlamentar ressaltou que mais de 60 mil pessoas habitam a zona rural da capital piauiense, o que demanda um olhar atento da administração do município, até mesmo para garantia de serviços básicos. “O povo da zona rural não pode ficar na situação que está passando no momento. Questão de água, tem poços lá que passa 20 dias para ser recuperado. A bomba queima, passa 20 dias a comunidade sem água. E nós, que somos considerados um dos representantes da zona rural, temos um trabalho muito forte, a pressão é grande sobre a gente”, pontuou Carlos Ribeiro