O mês de abril é marcado pela campanha Abril Azul , um chamado para a conscientização que busca propagar informações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e combater o preconceito. Hoje, dia 2 de abril é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, data estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

No Piauí, o Centro Especializado de Atendimento às Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (Cetea) é referência no apoio e na assistência. A unidade oferece atendimento em 13 especialidades voltadas ao diagnóstico, terapias e acompanhamento de pessoas com TEA. Psicologia, fonoaudiologia e psicopedagogia concentram a maior demanda.

Foto: Divulgação/Ascom
Centro Especializado de Atendimento às Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (Cetea)

Essas especialidades estão diretamente ligadas ao desenvolvimento da comunicação, à regulação emocional, aos processos de aprendizagem e às habilidades sociais, aspectos considerados estruturantes no plano terapêutico individual.

Pessoas com TEA também podem acessar serviços de inclusão digital por meio do Gov.pi Cidadão. Mais de 8 mil Carteiras de Identificação do Autista já foram emitidas, garantindo mais cidadania e prioridade em atendimentos, especialmente na área da saúde.

Segundo a Secretaria para Inclusão da Pessoa com Deficiência (Seid), a iniciativa facilita o dia a dia, reduz burocracias e aproxima o serviço público de quem mais precisa, promovendo um atendimento mais ágil e acessível.

Além da emissão da carteira, outros serviços estão disponíveis no Gov.pi Cidadão :

Atualização da foto da Carteira do Autista

Sem anúncio no momento

Renovação da Carteira

Consulta aos direitos da pessoa com autismo

Visualização da Carteira de Identificação do Autista

Agendamento de atendimento odontológico para pessoas com autismo

Solicitação de isenção de ICMS para PCD

A elaboração de políticas públicas para desburocratizar processos e prestar assistência é fundamental, e conscientizar é indispensável. A campanha Abril Azul ganha força ao evidenciar não apenas a importância do diagnóstico e do acompanhamento, mas também a necessidade de acesso efetivo aos serviços e da inclusão na prática.