Fechar
GP1

Piauí

Piauí lidera ranking de emissões da Nova Carteira de Identidade Nacional

Foram emitidas aproximadamente 600 mil CINs, abrangendo 18,15% da população piauiense.

O Piauí conquistou o primeiro lugar no ranking nacional de emissões da Nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) no país, ultrapassando o Acre, com aproximadamente 600 mil CINs emitidas, abrangendo 18,15% da população piauiense. Este feito foi alcançado graças ao Instituto de Identificação Digital Félix Pacheco (IIDFP), que registrou um recorde no mês de maio, emitindo 65 mil carteiras em todo o território piauiense.

O IIDFP conta com cerca de 73 postos em funcionamento e está presente em 64 municípios. De acordo com diretor do Instituto Digital Félix Pacheco, Marcelo Mascarenha, facilitar o acesso dos piauienses à Carteira de Identidade Nacional é uma determinação do Governo do Estado.

“O objetivo é que a cidadania chegue em todos os cantos do estado e a quem mais precisa. No início deste mês, nós nos tornamos o primeiro estado em percentual de população com a Carteira de Identidade Nacional, ultrapassando o estado do Acre. Embora o mesmo tenha uma população menor do que o Piauí, eles estavam com um percentualmente maior de pessoas com a CIN e agora efetivamente somos o estado com o maior percentual, com 18,15% da população”, pontuou o diretor.


Marcelo Mascarenha ressaltou que a meta é garantir que, até julho deste ano, a cada cinco piauienses, um esteja com a nova carteira de identidade.

A emissão da primeira via da Carteira de Identidade Nacional é gratuita no Piauí. Para solicitar a CIN, os cidadãos devem apresentar CPF, certidão de nascimento e/ou casamento atualizadas com selo de verificação e número de matrícula, além de um comprovante de residência. Este avanço reflete o compromisso do estado em fornecer serviços essenciais de forma acessível à sua população.

Mais conteúdo sobre:

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2024 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.