O presidente estadual do PT, deputado Fábio Novo , rebateu o deputado Henrique Pires e negou nesta terça-feira (18), em entrevista ao GP1 , que o partido esteja tentando atrair deputados do MDB para compor a chapa proporcional nas eleições de 2026. A declaração ocorre após especulações envolvendo parlamentares da sigla aliada, que também disputará vagas na Assembleia Legislativa do Piauí. Segundo Novo, não há qualquer movimento interno para buscar nomes do MDB.

Fábio Novo citou que o PT, mesmo possuindo a maior bancada na Alepi, apoiou o MDB na eleição para a presidência da Assembleia Legislativa, decisão que considerou um gesto concreto de aliança. O petista destacou ainda que, no atual momento, cada parlamentar avalia individualmente seu próprio cenário de reeleição, sem interferência ou orientação partidária para migração entre siglas.

Foto: Lucas Dias/GP1
Fábio Novo

“Não, não existe nenhum imbróglio nesse sentido. Na verdade, o MDB é um partido parceiro. Então, parceiro, que eu quero aqui lembrar que nós do PT, mesmo tendo a maior bancada, votamos para que o MDB tivesse a presidência da Assembleia. Isso se chama parceria. Poderíamos ter aqui tensionado para que o PT, por ser a maior bancada, pudesse ficar na presidência por mais tempo. O MDB passou 18 anos com a presidência da Assembleia e nós do PT sempre votamos. Não existe dentro do PT nenhuma orientação para que a gente possa ir atrás de algum deputado do MDB. Agora, cada um vai buscar a sua reeleição agora e cada um vai fazer suas contas de onde acha que é melhor para disputar a reeleição dos seus mandatos”, declarou Novo.

Os nomes mencionados nas especulações, Carlos Augusto, Vanessa Tapety e Ziza Carvalho, todos do MDB, foram descartados de migrarem para o PT. Carlos Augusto não teria razões para deixar o partido por causa de seu eleitorado evangélico, enquanto Vanessa Tapety mantém vínculos históricos e familiares com a legenda. Já Ziza Carvalho avaliou internamente que possui melhores condições de reeleição permanecendo no MDB.

Entre os nomes citados nas especulações estavam Carlos Augusto, Vanessa Tapety e Ziza Carvalho, todos do MDB. A cúpula do partido negou qualquer possibilidade de saída. Carlos Augusto seria descartado na mudança por conta de seu eleitorado evangélico, Vanessa Tapety, por manter vínculo histórico e familiar com o MDB e, Ziza Carvalho avaliou que tem melhores condições de reeleição permanecendo na sigla.

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