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Discutindo a sucessão


"Historicamente o Estado brasileiro sempre foi apropriado pelas classes dominantes. Legislativo, judiciário e executivo, com raras exceções, elaboram leis, prolatam sentenças e despejam recursos para tornar os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.

O PT veio para mudar e nada mudou. Entregou os pontos tão logo chegou ao poder. Aliou-se a Sarney, Delfim, Maluf, Renan, João Claudino, Bunge, Wilson Martins, Leal Junior e Ciro Nogueira em nome de uma governabiidade que só serve a eles mesmos. Resultado: migalhas para os pobres e bilhões para os banqueiros e mega-empresários incompetentes. Além de chafurdarem-se num mar de lama poucas vezes visto na história.

A sucessão governamental necessariamente terá que discutir a serviço de quem está o Estado. Se para assegurar a grilagem de terras nos cerrados, o aumento do latifundio, a especulação imobiliária, a isenção fiscal para os ricos, a venda vergonhosa de sentenças e licenças ambientais, o ensino privado e o mercantilismo da saúde. Ou se deve servir para dar moradia ao povo, fomentar a reforma agrária, fortalecer nosso trabalhador do campo, oferecer ensino de vergonha e saúde preventiva para os jovens e crianças, ter rigor na defesa do meio ambiente, valorizar o servidor público, combater o desemprego e promover a distribuição de renda.

Judson Barros, cidadão e ambientalista, tem credibilidade, sensibilidade, coragem cívica e autoridade, como talvez nenhum outro no momento, para ser porta voz desse segundo modelo. Além de não possuir rabo preso com ninguém. Pode, como poucos, olhar nos olhos do povo.

Como servidor do Tribunal Regional do Trabalho, diretor do SINTRAJUFEPI, comunista, pai de família e cidadão consciente do seu tempo alegro-me que esta opção esteja sendo discutida no Piauí. Judson sabe que pode contar comigo, voluntariamente. E eu sei que ele pode fazer a diferença nesta eleição. Os adversários do povo também sabem.

O PIAUI QUER E MERECE RESPEITO"

*PEDRO LAURENTINO REIS PEREIRA

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1

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