Duas empresas ligadas a parentes do ministro Dias Toffoli , do Supremo Tribunal Federal ( STF ), tiveram como sócio um fundo de investimento de investimentos conectados ao Banco Master. O magistrado é responsável pelo inquérito que investiga movimentações da instituição financeira, que foi liquidada.

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo , até maio de 2025 o Arleen Fundo de Investimentos teve ações da Tayayá Administração e Participações, responsável por um resort em Ribeirão Claro (PR) ligado à família de Toffoli.

Foto: Gustavo Moreno/STF
Ministro Dias Toffoli

Quem controlava o resort eram Mario Umberto Degani, primo de Toffoli. Posteriormente, a Maridi Participações, pertencente a José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli, irmãos do ministro, se tornou sócia do empreendimento.

Ainda conforme a reportagem, o Arleen, embora não seja formalmente investigado, foi um dos cotistas do RWM Plus, que recebeu investimentos de fundos ligados ao Maia 95, apontado pelo Banco Central como integrante do suposto esquema criminoso envolvendo o Banco Master.