Nesta terça-feira (12) o empresário Elon Musk aumentou a tensão que já havia contra a Apple após ele ameaçar acionar a Justiça contra o gigante de tecnologia. As alegações são de que há uma exclusão de seus aplicativos no espaço de destaque na loja de aplicativos do iPhone , a App Store.
De acordo com Musk, nem o X – empresa comandada por ele – nem o Grok , sua inteligência artificial (IA), serem recomendados na seção de apps essenciais da plataforma.
Musk questionou, em mensagens divulgadas nas redes sociais: “Ei, Apple App Store, por que vocês se recusam a colocar o X ou o Grok na seção ‘Essencial’ quando o X é o aplicativo de notícias nº 1 do mundo e o Grok é o nº 5 entre todos os aplicativos?”.
“Vocês estão brincando de política?”, perguntou o empresário. “O que está acontecendo? Mentes curiosas querem saber.”
O empresário declarou em seguida que “a Apple está se comportando de uma maneira que torna impossível para qualquer empresa de IA, além da OpenAI, alcançar o primeiro lugar na App Store, o que é uma violação antitruste inequívoca”. “A xAI tomará medidas legais imediatas.”
Incorporação do ChatGPT e reações de Musk
Após a Apple ter passado a integrar o ChatGPT em seus sistemas operacionais, como iOS, iPadOS e macOS, desde 2024, que ainda aprimora pesquisas via Siri, a polêmica se intensificou.
Musk se opôs à novidade, na época, chegando a ameaçar retirar dispositivos da Apple de suas empresas. A decisão, foi classificada por ele como “violação inaceitável de segurança”. A companhia de Tim Cook, até então, não respondeu às afirmações do empresário.
Respostas consideradas antissemitas em interações no X gerou fortes críticas ao Grok, no mês passado. Lançada para rivalizar com outros chatbots, como o Gemini, do Google, a ferramenta recebeu uma atualização. Ela permitiu a emissão de mensagens que exaltam figuras historicamente polêmicas, como o ditador alemão Adolf Hitler .