Na última terça-feira (11) a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou o uso de drogas não testadas no combate ao vírus ebola. Só na África Ocidental, já foram mais de 1.000 vitimas provocadas pelo surto da doença.
“Nas circunstâncias particulares deste surto, e desde que preenchidas certas condições, consideramos ético oferecer intervenções não comprovadas, de eficácia e efeitos adversos ainda desconhecidos, como tratamento potencial ou prevenção”, dizia o comunicado do Comitê de especialistas da OMS.
A OMS, em um comunicado, declarou que o surto pode ser controlado. “Surtos de ebola podem ser contidos usando as intervenções disponíveis como detecção precoce e isolamento, monitoramento e rastreamento de contato e adesão a rigorosos procedimentos de controle de infecção”.
A decisão ocorreu após o padre espanhol Miguel Pajares, de 75 anos, que havia sido tratado com uma droga experimental, tornar-se o primeiro europeu a morrer da doença. Com informações do Veja
Imagem: Thinkstock
Vírus causador do Ebola
Vírus causador do Ebola“Nas circunstâncias particulares deste surto, e desde que preenchidas certas condições, consideramos ético oferecer intervenções não comprovadas, de eficácia e efeitos adversos ainda desconhecidos, como tratamento potencial ou prevenção”, dizia o comunicado do Comitê de especialistas da OMS.
A OMS, em um comunicado, declarou que o surto pode ser controlado. “Surtos de ebola podem ser contidos usando as intervenções disponíveis como detecção precoce e isolamento, monitoramento e rastreamento de contato e adesão a rigorosos procedimentos de controle de infecção”.
A decisão ocorreu após o padre espanhol Miguel Pajares, de 75 anos, que havia sido tratado com uma droga experimental, tornar-se o primeiro europeu a morrer da doença. Com informações do Veja
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