A Uber divulgou dados sobre o desligamento de 23% de sua equipe de recursos humanos (RH) e recrutamento. Esse percentual equivale a menos de 1% do total de funcionários da empresa, segundo informações da Bloomberg.

Com essa redução, a companhia busca “maximizar a eficácia da equipe de pessoas e o enorme potencial que a empresa tem pela frente”, relatou o CEO, Dara Khosrowshahi. A empresa também reforçou que a decisão não está relacionada à recente adoção de ferramentas de inteligência artificial (IA).

Foto: Francielle Barroso/GP1
Aplicativo Uber

Uber segue tendência tecnológica do momento

Algumas empresas, como a Meta (controladora do Facebook e do Instagram) e a Oracle, também promoveram uma onda significativa de desligamentos em suas equipes, ao mesmo tempo em que ampliam o uso da inteligência artificial.

Aos funcionários afetados, foi informado que o motivo das demissões é a busca por uma “organização mais conectada, moderna e operacionalmente excelente”, afirmou Jill Hazelbaker, presidente e diretora de Assuntos Corporativos da empresa.

A Bloomberg também informou que parte dos profissionais de RH precisará se adaptar ao regime híbrido de trabalho, com presença física obrigatória no escritório três dias por semana.

Com colaboração da repórter Juliana Andrade

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