A ameaça de rompimento do acordo automotivo com o México é um caminho para o governo brasileiro aumentar a produção de veículos e autopeças no Brasil com maior conteúdo local, de acordo com informação dada à ‘Agência Estado’ por alta fonte do setor automotivo.
Apesar da exigência de que os carros produzidos no País tenham 65% de componentes locais, o governo constatou, nos últimos meses, que tanto as novas montadoras como as que já atuam no Brasil têm usado cada vez menos peças locais. Outra fonte do setor informa que estudos revelam que 60% das importações brasileiras de autopeças em 2011 foram destinadas à produção nas fábricas.
Ford e Volkswagen, duas das maiores montadoras que atuam no Brasil, cresceram, respectivamente, 20,27% e 31,7% nas importações em 2011 e tiveram déficit comercial de US$ 300 milhões, cada uma. Das dez maiores importadoras do País em 2011, três são montadoras com fábricas no Brasil - além da Ford e Volks, a Toyota. "O problema não é o México. É o futuro da indústria brasileira", afirmou uma fonte.
O anúncio da nova política industrial brasileira para o setor automotivo está em discussão desde o governo Luiz Inácio Lula da Silva e foi adiado diversas vezes. A expectativa do setor é que seja divulgado até o fim deste semestre. Nesse sentido, a renegociação do acordo automotivo do Mercosul com o México é crucial para a definição da nova política que vai vigorar de 2013 a 2016. Isso porque o governo Dilma Rousseff estuda conceder incentivos fiscais a montadoras que comprovem investimentos em pesquisa, desenvolvimento e tecnologia verde.
O governo acredita que os investimentos das montadoras no País podem aumentar, dependendo dos rumos do acordo entre Mercosul e México. Qualquer mudança no acordo, ou mesmo o rompimento, terá 14 meses para entrar em vigor.
Apesar da exigência de que os carros produzidos no País tenham 65% de componentes locais, o governo constatou, nos últimos meses, que tanto as novas montadoras como as que já atuam no Brasil têm usado cada vez menos peças locais. Outra fonte do setor informa que estudos revelam que 60% das importações brasileiras de autopeças em 2011 foram destinadas à produção nas fábricas.
Ford e Volkswagen, duas das maiores montadoras que atuam no Brasil, cresceram, respectivamente, 20,27% e 31,7% nas importações em 2011 e tiveram déficit comercial de US$ 300 milhões, cada uma. Das dez maiores importadoras do País em 2011, três são montadoras com fábricas no Brasil - além da Ford e Volks, a Toyota. "O problema não é o México. É o futuro da indústria brasileira", afirmou uma fonte.
O anúncio da nova política industrial brasileira para o setor automotivo está em discussão desde o governo Luiz Inácio Lula da Silva e foi adiado diversas vezes. A expectativa do setor é que seja divulgado até o fim deste semestre. Nesse sentido, a renegociação do acordo automotivo do Mercosul com o México é crucial para a definição da nova política que vai vigorar de 2013 a 2016. Isso porque o governo Dilma Rousseff estuda conceder incentivos fiscais a montadoras que comprovem investimentos em pesquisa, desenvolvimento e tecnologia verde.
O governo acredita que os investimentos das montadoras no País podem aumentar, dependendo dos rumos do acordo entre Mercosul e México. Qualquer mudança no acordo, ou mesmo o rompimento, terá 14 meses para entrar em vigor.
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