O presidente interino Michel Temer (PMDB), que assumiu o governo após o afastamento de Dilma Rousseff (PT) pelo Senado, disse que seu governo iria cortar gastos, controlar a dívida pública e diminuir o déficit primário do país. Porém, o governo voltou atrás em decisões que reduzem despesas e ampliou gastos.
De acordo com o G1, desde que Temer assumiu o governo, ele tomou algumas medidas como a redução de ministérios e o anúncio de um teto para os gastos público, porém, na última semana ele aprovou várias mediadas que ampliam os gastos e o rombo fiscal.
Além disso, há previsão de um rombo de R$ 19,9 bilhões devido à renegociação da dívida dos estados. Esse valor refere-se ao recebimento esperado pela repatriação de ativos mantidos por brasileiros no exterior e não declarados para a Receita Federal. Juntos, eles ampliam o gasto federal em mais de R$ 56 bilhões.
Cortes
O ministro das cidades, Bruno Araújo, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo, que o governo do presidente em exercício Michel Temer abandonou a meta traçada pela presidente afastada Dilma Rousseff de contratar dois milhões de moradias do Minha Casa Minha vida até 2018.
De acordo com o G1, desde que Temer assumiu o governo, ele tomou algumas medidas como a redução de ministérios e o anúncio de um teto para os gastos público, porém, na última semana ele aprovou várias mediadas que ampliam os gastos e o rombo fiscal.
Imagem: Veja
Governo de Temer faz cortes e ampliam gastos
Na reavaliação do Orçamento, o governo de Temer passou a prever que as despesas ficariam mais caras que a do governo de Dilma. Além de liberar R$ 21,2 bilhões em gastos que estavam bloqueados, há a previsão de gastos adicionais de R$ 9 bilhões com pagamento de despesas atrasadas do PAC, de R$ 3,5 bilhões com despesas do Ministério da Defesa e outras e de R$ 3 bilhões para a Saúde.
Governo de Temer faz cortes e ampliam gastos Além disso, há previsão de um rombo de R$ 19,9 bilhões devido à renegociação da dívida dos estados. Esse valor refere-se ao recebimento esperado pela repatriação de ativos mantidos por brasileiros no exterior e não declarados para a Receita Federal. Juntos, eles ampliam o gasto federal em mais de R$ 56 bilhões.
Cortes
O ministro das cidades, Bruno Araújo, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo, que o governo do presidente em exercício Michel Temer abandonou a meta traçada pela presidente afastada Dilma Rousseff de contratar dois milhões de moradias do Minha Casa Minha vida até 2018.
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