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Economia e Negócios

Em fechamento de mês, mercados internacionais têm queda

Washington deve adicionar novas companhias da China à chamada lista de entidades, que dificulta o acesso a compradores americanos.
Por Estadão Conteúdo

As Bolsas da Ásia encerraram a sessão desta segunda-feira, 30, em queda, realizando lucros do mês de novembro, bastante positivo para os mercados acionários globais, mas com investidores também atentos à tensão entre os Estados Unidos e a China. Segundo informa a Reuters, Washington deve adicionar novas companhias do país asiático à chamada lista de entidades, que dificulta o acesso a compradores americanos. Com tudo isso, dados positivos da economia chinesa acabaram apenas monitorados.

Neste último pregão de novembro, os mercados asiáticos realizaram parte dos lucros de um mês muito positivo para as Bolsas globais, diante de boas expectativas para uma vacina contra a covid-19 e boa receptividade do secretariado em formação do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.

Colaborou ainda para as operações em baixa notícia de que o governo americano está prestes a adicionar a principal fabricante de chips da China, a SMIC, e a produtora de petróleo e gás offshore do país asiático CNOOC à chamada "lista de entidades". A medida restringe acesso a investidores dos EUA. Tudo somado, o avanço do índice de gerentes de compras (PMI) do setor industrial da China, de 51,4 em outubro para 52,1 em novembro, maior nível em três anos, ficou em segundo plano.

Bolsas da Ásia

Na Bolsa de Tóquio, o índice Nikkei encerrou o dia em baixa de 0,79%, aos 26.433,62 pontos, enquanto em Seul, o índice Kospi cedeu 1,60%, aos 2.591,34 pontos, mínima do dia. Já o índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,49%, para 3.391,76 pontos, também mínima do dia.

Entre outros mercados, na China continental, o índice composto de Xangai cedeu 0,49%, para 3.391,76 pontos, e o de Shenzhen caiu 0,15%, aos 13.670,11 pontos. Na Bolsa de Sydney, o índice S&P/ASX 200 cedeu aos 1,26%, aos 6.517,80 pontos.

Bolsas da Europa

Em linha com os índices futuros de Nova York, as Bolsas da Europa marcam baixa nos primeiros minutos de pregão desta segunda-feira, último dia de um mês positivo para os mercados acionários. Há alguma atenção para a segunda onda de covid-19 no planeta, mas a questão fica em segundo plano. Às 05h13, no horário de Brasília, o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, opera em queda de 0,32%, enquanto o DAX, de Frankfurt, cai 0,55% e o CAC 40, de Paris, 0,73%.

Petróleo

Os contratos futuros de petróleo operam em queda na manhã desta segunda-feira, diante da falta de acordo, como relata a imprensa americana, antes da reunião virtual da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) aliados, grupo conhecido como Opep+, marcada para hoje. O cartel discutirá o ritmo de aumento na produção de petróleo, mas pode não chegar a um consenso. Às 04h21 (de Brasília), o barril de petróleo WTI para janeiro marcava queda de 1,78%, a US$ 44,71, enquanto o barril de Brent para fevereiro cedia 1,97%, a US$ 47,30.

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