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Eleições 2026

Francisco Limma diz que PT não descarta disputar novamente o comando da Alepi

Deputado afirmou que definição sobre presidência dependerá do resultado das eleições.

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), deputado estadual Francisco Limma (PT), afirmou que o Partido dos Trabalhadores não descarta disputar novamente o comando da Casa após as eleições. Embora tenha ponderado que o debate sobre a futura Mesa Diretora ainda não seja prioridade neste momento, o parlamentar declarou que o PT e a federação partidária da qual faz parte estarão à disposição para participar da discussão quando chegar o momento adequado.

Segundo Francisco Limma, a definição da presidência da Alepi passará, inicialmente, pelo entendimento interno de cada partido e, posteriormente, pelas negociações entre as siglas que compõem a base de apoio ao governador Rafael Fonteles. O deputado ressaltou que o foco atual está na disputa eleitoral e na definição dos parlamentares que serão eleitos para a próxima legislatura.

Foto: Lucas Dias/GP1Deputado estadual Francisco Limma
Deputado estadual Francisco Limma

“Sem dúvida nenhuma. Eu digo que todos os partidos têm interesse em disputar a direção, independentemente do resultado. Às vezes, eu já conheci casos em que um partido que elege apenas um parlamentar termina sendo o consenso. Então, eu acho que a busca do entendimento, inicialmente dentro de cada partido e, depois, envolvendo os demais partidos da base do Governo, é o que vale para essa corrida. Eu não acho que é hora de a gente tratar disso. Afinal de contas, este momento é de tratar de saber quem serão os eleitos. Eu acho que essa é a grande questão. Mas o PT, sem dúvida nenhuma, e a federação como um todo, já que estamos federados, é um dos partidos que se colocam à disposição”, afirmou o deputado.

O parlamentar também citou experiências anteriores em que o comando de casas legislativas foi definido a partir do tamanho das bancadas eleitas. De acordo com ele, existe entre os partidos um entendimento informal de que a legenda com maior representatividade parlamentar possa reivindicar a condução dos trabalhos legislativos, embora qualquer definição dependa da composição que sairá das urnas.

“Já houve uma tradição em que, em determinado período, o partido com maior densidade parlamentar assumia a direção e, em outro momento, outro partido ocupava esse espaço. Então, aqui há, digamos, informalmente, um certo entendimento de que isso possa ocorrer nesse formato. Mas isso só será conferido e aferido após o resultado das eleições. A nossa expectativa e a nossa meta são eleger entre 14 e 16 parlamentares”, disse Francisco Limma.

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