No sábado (9), foi aberto ao publico a exposição na Casa Daros: “Rubens Gerchman: com a demissão no bolso”.
“Não era um gesto de descompromisso, mas sim de autonomia, de liberdade e de escolha” diz, sobre a carta de demissão pronta a ser sacada, Eugenio Valdés Figueroa, diretor de arte e educação da Casa Daros e curador da mostra com Clara Gerchman, filha do artista e diretora do Instituto Rubens Gerchman.
A mostra, que ocupa até fevereiro de 2015 duas salas do casarão de Botafogo, recupera a memória dos anos em que ele esteve à frente da escola e traz informações sobre o projeto pedagógico implantado em sua gestão, ao mesmo tempo em que apresenta obras emblemáticas do artista, como uma “Lindoneia”, a capa do CD “Tropicália” ou um exemplar da caixa “Pocket stuff”, com vários pequenos objetos de acrílico para levar no bolso, como “Ar” ou “Black/white”.
Idealizada por Figueroa, Clara e Isabella Rosado Nunes, ex-diretora da Casa Daros, a exposição tem uma porção pedagógica, com oficinas que buscarão reinterpretar as disciplinas implementadas por Gerchman na EAV. Em outra sala, o visitante tem acesso a uma ampla linha do tempo, iniciada em 1966 — ano da coletiva “Pare”, na Galeria G4, com Antonio Dias, Carlos Vergara, Pedro Escotesguy, Roberto Magalhães e o próprio Gerchman. Com informações do O Globo
“Não era um gesto de descompromisso, mas sim de autonomia, de liberdade e de escolha” diz, sobre a carta de demissão pronta a ser sacada, Eugenio Valdés Figueroa, diretor de arte e educação da Casa Daros e curador da mostra com Clara Gerchman, filha do artista e diretora do Instituto Rubens Gerchman.
Imagem: Divulgação/Instituto Rubens Gerchman
Exposição faz homenagem a Rubens Gerchman
Exposição faz homenagem a Rubens GerchmanA mostra, que ocupa até fevereiro de 2015 duas salas do casarão de Botafogo, recupera a memória dos anos em que ele esteve à frente da escola e traz informações sobre o projeto pedagógico implantado em sua gestão, ao mesmo tempo em que apresenta obras emblemáticas do artista, como uma “Lindoneia”, a capa do CD “Tropicália” ou um exemplar da caixa “Pocket stuff”, com vários pequenos objetos de acrílico para levar no bolso, como “Ar” ou “Black/white”.
Idealizada por Figueroa, Clara e Isabella Rosado Nunes, ex-diretora da Casa Daros, a exposição tem uma porção pedagógica, com oficinas que buscarão reinterpretar as disciplinas implementadas por Gerchman na EAV. Em outra sala, o visitante tem acesso a uma ampla linha do tempo, iniciada em 1966 — ano da coletiva “Pare”, na Galeria G4, com Antonio Dias, Carlos Vergara, Pedro Escotesguy, Roberto Magalhães e o próprio Gerchman. Com informações do O Globo
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