A Secretaria dos Esportes do Estado do Piauí (Secepi) divulgou, nesta quinta-feira (2), uma nota de esclarecimento após o Parnahyba Sport Club denunciar o atraso no repasse dos recursos do convênio firmado com o Governo do Estado para apoiar os clubes piauienses.

Na nota, a Secepi afirmou que não possui qualquer débito financeiro com os clubes de futebol do Estado e ressaltou que os recursos previstos para 2026 representam um investimento do Governo do Estado destinado ao fortalecimento e ao desenvolvimento do futebol piauiense.

Foto: Lucas Dias/GP1
Secretaria dos Esportes do Piauí

Segundo a pasta, o aporte financeiro integra uma política pública de incentivo ao esporte e não configura obrigação relacionada ao custeio de despesas operacionais, trabalhistas ou administrativas das equipes, responsabilidades que cabem a cada clube.

A secretaria informou ainda que está conduzindo todos os procedimentos administrativos necessários para viabilizar os repasses, observando a legislação vigente e os trâmites legais para a aplicação dos recursos públicos.

A Secepi destacou que, por se tratar de período eleitoral, os processos exigem maior cautela para garantir o cumprimento da legislação e a segurança jurídica dos atos administrativos.

Confira abaixo a nota na íntegra:

Nota de esclarecimento

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A Secretaria dos Esportes do Estado do Piauí (SECEPI) esclarece que não possui qualquer débito financeiro com os clubes de futebol do Estado.

O aporte financeiro destinado às equipes piauienses em 2026 consiste em um investimento do Governo do Estado, por meio da Secepi, voltado ao fortalecimento e ao desenvolvimento do futebol piauiense. Trata-se de uma política pública de incentivo ao esporte, e não de obrigação relacionada ao custeio das despesas operacionais, trabalhistas ou administrativas dos clubes, cuja responsabilidade é de cada instituição.

A SECEPI informa, ainda, que está conduzindo todos os procedimentos administrativos necessários para viabilizar os repasses previstos, observando rigorosamente a legislação vigente e os trâmites legais exigidos para a aplicação dos recursos públicos, sobretudo em período eleitoral, quando os processos demandam cautela redobrada, a fim de assegurar o pleno cumprimento da legislação e garantir a segurança jurídica de todos os atos da administração pública.