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Acusados de ligação com o PCC confessam crimes perante a Justiça dos EUA

Os investigados foram presos em janeiro deste ano e podem ser condenados a até 20 anos de prisão.

Seis acusados de integrar um esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção Primeiro Comando da Capital (PCC) se declararam culpados perante a Justiça dos Estados Unidos. De acordo com o Departamento de Justiça (DoJ) e o FBI, o grupo movimentou cerca de US$ 30 milhões (o equivalente a R$ 156 milhões), dinheiro proveniente do tráfico de drogas.

Os investigados foram presos em janeiro e podem ser condenados a até 20 anos de prisão. As audiências para definição das penas estão marcadas para agosto e setembro no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul da Flórida.

Foto: Reprodução/Grok-xAIBandeira dos Estados Unidos
Brasileiros foram alvos de sanções dos Estados Unidos

O processo envolve o norte-americano Omar Aliperti de Mello Correa e os brasileiros Ygor Fokin Saviolli, Gabriel Cezar Menezes, João Andrade de Mello, Tadeu Sebastiane Rabelo Alves Barbosa e Leandro de Avila Gonçalves, todos acusados de conspiração para lavagem de dinheiro.

Segundo as autoridades norte-americanas, a organização atuava em oito cidades dos Estados Unidos: Atlanta, Charlotte, Chicago, Cleveland, Minneapolis, Rochester, Nova York e Tampa. O grupo utilizava mensagens por WhatsApp para coordenar a coleta de grandes quantias em dinheiro e contava com facilitadores responsáveis pelo transporte dos valores.

Esta é a primeira sanção financeira aplicada pelo país contra supostos operadores do PCC no Brasil. A medida ocorre após a recente inclusão da facção na lista norte-americana de Organizações Terroristas Estrangeiras.

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