Brasília - Pressionado pela comunidade internacional e internamente para reagir aos impactos da crise econômica internacional, o governo da Grécia anunciou nesta terça-feira (11) que até o final deste mês serão promovidas reformas no país.
A ideia é cortar pensões e salários, além de demitir 3.000 funcionários públicos. O ministro das Finanças da Grécia, Evangelos Venizelos, confirmou a decisão do governo.
No entanto, a sociedade grega demonstrou discordar dos planos do governo. Uma série de protestos vem ocorrendo no país desde que foram anunciadas algumas medidas. A população teme a alta de impostos e de tarifas públicas, assim como o desemprego.
Paralelamente, o Conselho da União Europeia alterou nesta terça os termos da assistência financeira a Portugal e Irlanda, reduzindo as taxas de juro e ampliando os prazos para o pagamento de empréstimos. A decisão foi aprovada por representantes dos 27 países que integram o bloco.
De acordo com a proposta, as novas condições devem ser aplicadas a futuras negociações, assim como às já feitas.
(Com informações de Telam e Lusa)
A ideia é cortar pensões e salários, além de demitir 3.000 funcionários públicos. O ministro das Finanças da Grécia, Evangelos Venizelos, confirmou a decisão do governo.
No entanto, a sociedade grega demonstrou discordar dos planos do governo. Uma série de protestos vem ocorrendo no país desde que foram anunciadas algumas medidas. A população teme a alta de impostos e de tarifas públicas, assim como o desemprego.
Paralelamente, o Conselho da União Europeia alterou nesta terça os termos da assistência financeira a Portugal e Irlanda, reduzindo as taxas de juro e ampliando os prazos para o pagamento de empréstimos. A decisão foi aprovada por representantes dos 27 países que integram o bloco.
De acordo com a proposta, as novas condições devem ser aplicadas a futuras negociações, assim como às já feitas.
(Com informações de Telam e Lusa)
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