A Casa Branca exortou o presidente da Síria, Bashar Assad, a renunciar imediatamente, advertindo que o regime autocrático está levando o país árabe para um "caminho muito perigoso". As considerações foram feitos pelo porta-voz da presidência dos Estados Unidos, Jay Carney, nesta sexta-feira, 7, segundo a agência AFP.
Por meio de comunicado, Carney condenou o assassinato do líder curdo Mechaal Tamo e também as represálias a líderes da oposição síria ao dizer que tais atos demonstram "mais uma vez que as promessas de diálogos e reforma do regime de Assad não são verdadeiras".
"Os ataque desta sexta ilustram as últimas tentativas do regime sírio para calar a oposição pacífica no interior da Síria. O presidente Assad deve deixar o poder agora mesmo, antes que seu país vá ainda mais longe neste caminho tão perigoso", afirma a nota.
O porta-voz de Obama ainda disse que os Estados Unidos "continuarão tentando mobilizar a comunidade internacional para apoiar as aspirações democráticas dos sírios e atuará para pressionar o regime de Assad e seus aliados".
O comunicado da Casa Branca é divulgado três dias depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) falhar em passar uma resolução que ameaçava o regime sírio com sanções caso a violência contra os protestos pró-democracia não cessassem. A Rússia e a China, membros permanentes do órgão, vetaram o texto. O Brasil se absteve.
Segundo informações da ONU, os quase sete meses de protestos na Síria já deixaram mais de 2,9 mil mortos. O governo de Assad culpa "grupos armados e terroristas" pelos combates com o Exército.
Por meio de comunicado, Carney condenou o assassinato do líder curdo Mechaal Tamo e também as represálias a líderes da oposição síria ao dizer que tais atos demonstram "mais uma vez que as promessas de diálogos e reforma do regime de Assad não são verdadeiras".
"Os ataque desta sexta ilustram as últimas tentativas do regime sírio para calar a oposição pacífica no interior da Síria. O presidente Assad deve deixar o poder agora mesmo, antes que seu país vá ainda mais longe neste caminho tão perigoso", afirma a nota.
O porta-voz de Obama ainda disse que os Estados Unidos "continuarão tentando mobilizar a comunidade internacional para apoiar as aspirações democráticas dos sírios e atuará para pressionar o regime de Assad e seus aliados".
O comunicado da Casa Branca é divulgado três dias depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) falhar em passar uma resolução que ameaçava o regime sírio com sanções caso a violência contra os protestos pró-democracia não cessassem. A Rússia e a China, membros permanentes do órgão, vetaram o texto. O Brasil se absteve.
Segundo informações da ONU, os quase sete meses de protestos na Síria já deixaram mais de 2,9 mil mortos. O governo de Assad culpa "grupos armados e terroristas" pelos combates com o Exército.
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