Os 187 países membros do Fundo Monetário Internacional (FMI) se comprometeram neste sábado, ao final de sua assembleia em Washington, agir coletivamente para restaurar a confiança e a estabilidade financeira" de forma a "reativar o crescimento mundial".
"Acertamos atuar de forma determinada para enfrentar os perigos que ameaçam a economia mundial", afirmaram os membros do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), instância que define as orientações políticas do Fundo.
Estes perigos "compreendem os riscos ligados à dívida pública, à fragilidade do sistema financeiro, ao debilitamento do crescimento econômico e a um desemprego elevado".
Os países da zona do euro - pressionados a agir por Estados Unidos, China e Brasil, entre outras nações emergentes - se comprometeram com seus parceiros do FMI a fazer "todo o necessário" para resolver a crise da dívida pública, segundo declaração conjunta do bloco.
"Os países da zona do euro farão tudo o que for necessário para resolver a crise da dívida e garantir a estabilidade financeira desta zona em seu conjunto e de seus Estados membros", assinalaram ao final da reunião em Washington.
"Isto inclui por em prática a decisão dos dirigentes da zona do euro de 21 de julho para aumentar a flexibilidade do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, ampliar sua capacidade de ação, e melhorar a gestão da crise e a governabilidade na zona do euro".
Os chefes de Estado e de Governo da zona do euro obtiveram em julho um acordo para ampliar o espectro de ação do fundo de socorro do grupo e aumentar assim a ajuda à Grécia, à beira do calote, mas a medida ainda deve ser ratificada pela maioria dos Parlamentos da região, em um processo que só deverá ser concluído em meados de outubro.
"Acertamos atuar de forma determinada para enfrentar os perigos que ameaçam a economia mundial", afirmaram os membros do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), instância que define as orientações políticas do Fundo.
Estes perigos "compreendem os riscos ligados à dívida pública, à fragilidade do sistema financeiro, ao debilitamento do crescimento econômico e a um desemprego elevado".
Os países da zona do euro - pressionados a agir por Estados Unidos, China e Brasil, entre outras nações emergentes - se comprometeram com seus parceiros do FMI a fazer "todo o necessário" para resolver a crise da dívida pública, segundo declaração conjunta do bloco.
"Os países da zona do euro farão tudo o que for necessário para resolver a crise da dívida e garantir a estabilidade financeira desta zona em seu conjunto e de seus Estados membros", assinalaram ao final da reunião em Washington.
"Isto inclui por em prática a decisão dos dirigentes da zona do euro de 21 de julho para aumentar a flexibilidade do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, ampliar sua capacidade de ação, e melhorar a gestão da crise e a governabilidade na zona do euro".
Os chefes de Estado e de Governo da zona do euro obtiveram em julho um acordo para ampliar o espectro de ação do fundo de socorro do grupo e aumentar assim a ajuda à Grécia, à beira do calote, mas a medida ainda deve ser ratificada pela maioria dos Parlamentos da região, em um processo que só deverá ser concluído em meados de outubro.
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