Confrontos entre militantes ligados à Al-Qaeda e militares do Iêmen deixaram 63 mortos no sul do país, elevando para 127 o número de mortes nas últimas 48 horas, informaram oficiais do exército.
A Al-Qaeda tem se aproveitado de um ano de turbulência política interna e do vácuo no setor de segurança no Iêmen para ampliar sua presença na região sul. Os militantes ocuparam várias cidades e territórios que as forças militares até o momento não conseguiram recuperar.
Levantes no Iêmen, inspirados por manifestações da chamada Primavera Árabe em outros países, levaram à deposição do presidente Ali Abdullah Saleh, em fevereiro. Saleh, no poder há 33 anos, foi sucedido por Abed Rabbo Mansour Hadi, que prometeu combater a Al-Qaeda enquanto reestrutura as forças armadas.
As informações são da Dow Jones e Associated Press.
A Al-Qaeda tem se aproveitado de um ano de turbulência política interna e do vácuo no setor de segurança no Iêmen para ampliar sua presença na região sul. Os militantes ocuparam várias cidades e territórios que as forças militares até o momento não conseguiram recuperar.
Levantes no Iêmen, inspirados por manifestações da chamada Primavera Árabe em outros países, levaram à deposição do presidente Ali Abdullah Saleh, em fevereiro. Saleh, no poder há 33 anos, foi sucedido por Abed Rabbo Mansour Hadi, que prometeu combater a Al-Qaeda enquanto reestrutura as forças armadas.
As informações são da Dow Jones e Associated Press.
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