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Internacional

Comandante do exército do Sudão garante ter matado 1200 soldados sul-sudaneses

País também bombardeou locais próximos a Bentiú, capital do Sudão do Sul.

Cerca de 1.200 soldados do Sudão do Sul morreram em combates na região petroleira e fronteiriça de Heglig, anunciou nesta segunda-feira, 23, o comandante do exército sudanês Kamal Maruf. Ele não informou o número de baixas do seu país.

As Forças Armadas do Sudão também bombardearam, nesta segunda-feira, 23, uma área próxima a Bentiú, a capital do Sudão do Sul. As bombas provocaram a morte de uma criança e deixou outras duas pessoas feridas.

O general Mac Paul, subdiretor de Inteligência Militar do Sudão do Sul, disse nesta segunda-feira, 23, que outros dois aviões do Sudão dispararam duas bombas, uma sobre uma ponte na capital Bentiú e a segunda em Rubkona.

A União Europeia pediu com veemência que Sudão e Sudão do Sul cessem o confronto armado e insistam na negociação. Em uma declaração nesta segunda-feira, 23, a UE celebrou a decisão do Sudão de recuar suas tropas da região de Heglig, região rica em petróleo, e pediu que os confrontos aéreos também fossem interrompidos.

Na sexta-feira, 20, o presidente Barack Obama incentivou os presidentes dos dois países a retornar às negociações, e disse que o conflito poderia ser evitado.

Os dois países disputam por regiões fronteiriças e pela distribuição de rendimentos de petróleo. Os antigos Rebeldes do Sul conquistaram o poder no Sudão do Sul na secessão de julho de 2011.

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