A primeira eleição livre para a presidência do Egito começou para cidadãos no exterior, depois de um cáustico debate televisivo entre dois candidatos, sem que nenhum despontasse como um claro favorito.
Passados 15 meses da rebelião que derrubou o governo de Hosni Mubarak, o mais populoso país árabe saboreia o espetáculo da disputa por votos. As ruas estão tomadas por discussões sobre qual dos 13 candidatos é o mais qualificado para enfrentar a pobreza e a corrupção e para preservar as recém-adquiridas liberdades.
Estima-se que de 6 a 8 milhões de egípcios vivam no exterior, principalmente na Europa, América do Norte e golfo Pérsico, mas menos de 1 milhão deles se registraram para votar em seus respectivos consulados entre os dias 11 e 17 de maio. As pesquisas mostram que esse contingente pode ser decisivo, pois a disputa ainda está em aberto, e há muitos indecisos.
No Egito, o primeiro turno da eleição está marcado para 22 e 23 de maio, com um segundo turno previsto para meados de junho.
Essa é a mais livre disputa eleitoral na história egípcia, mas vários candidatos foram desqualificados do processo no mês passado, e duas recentes decisões judiciais puseram em xeque as regras da votação, aprofundando a impressão de que se trata de uma transição política caótica e frágil rumo a um futuro mais democrático.
Uma corte administrativa deve analisar um recurso do governo contra uma sentença que previa o adiamento da eleição.
Passados 15 meses da rebelião que derrubou o governo de Hosni Mubarak, o mais populoso país árabe saboreia o espetáculo da disputa por votos. As ruas estão tomadas por discussões sobre qual dos 13 candidatos é o mais qualificado para enfrentar a pobreza e a corrupção e para preservar as recém-adquiridas liberdades.
Estima-se que de 6 a 8 milhões de egípcios vivam no exterior, principalmente na Europa, América do Norte e golfo Pérsico, mas menos de 1 milhão deles se registraram para votar em seus respectivos consulados entre os dias 11 e 17 de maio. As pesquisas mostram que esse contingente pode ser decisivo, pois a disputa ainda está em aberto, e há muitos indecisos.
No Egito, o primeiro turno da eleição está marcado para 22 e 23 de maio, com um segundo turno previsto para meados de junho.
Essa é a mais livre disputa eleitoral na história egípcia, mas vários candidatos foram desqualificados do processo no mês passado, e duas recentes decisões judiciais puseram em xeque as regras da votação, aprofundando a impressão de que se trata de uma transição política caótica e frágil rumo a um futuro mais democrático.
Uma corte administrativa deve analisar um recurso do governo contra uma sentença que previa o adiamento da eleição.
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