Ministros de relações exteriores de grandes potências globais se reuniram hoje com lideranças regionais para discutir a crise de violência na Síria, que já dura 16 meses, e tentar chegar a um acordo para um plano de transição no país. Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas - Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, China e França - discutem o problema com Qatar, Turquia, Kuwait e Iraque.
Antes das discussões começarem, o Reino Unido apontou para a persistente oposição de Pequim e Moscou quanto a um acordo de transição. Já a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, se reuniu com os colegas da França e do Reino Unido, enquanto russos e chineses realizaram discussões separadas.
O enviado internacional Kofi Annan, que convocou a reunião, destacou que uma proposta de "transição liderada pela Síria" ajudaria a salvar o processo de paz que vem sendo ignorado desde o começo, em 12 de abril, tanto pelo regime do presidente Bashar al-Assad quanto pela oposição.
Os combates se intensificaram nas últimas semanas e monitores de direitos humanos disseram que a violência matou 11 pessoas na Síria neste sábado, feriu centenas, além dos que ficaram presas em Douma, na província de Damasco, a norte da capital.
De acordo com o Observatório da Síria para Direitos Humanos, a atual campanha é a pior entre os diversos conflitos observados em Douma desde o começo da crise, em março do ano passado. As informações são da Dow Jones e da Associated Press.
Antes das discussões começarem, o Reino Unido apontou para a persistente oposição de Pequim e Moscou quanto a um acordo de transição. Já a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, se reuniu com os colegas da França e do Reino Unido, enquanto russos e chineses realizaram discussões separadas.
O enviado internacional Kofi Annan, que convocou a reunião, destacou que uma proposta de "transição liderada pela Síria" ajudaria a salvar o processo de paz que vem sendo ignorado desde o começo, em 12 de abril, tanto pelo regime do presidente Bashar al-Assad quanto pela oposição.
Os combates se intensificaram nas últimas semanas e monitores de direitos humanos disseram que a violência matou 11 pessoas na Síria neste sábado, feriu centenas, além dos que ficaram presas em Douma, na província de Damasco, a norte da capital.
De acordo com o Observatório da Síria para Direitos Humanos, a atual campanha é a pior entre os diversos conflitos observados em Douma desde o começo da crise, em março do ano passado. As informações são da Dow Jones e da Associated Press.
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