O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, anunciou uma investigação oficial sobre as "chocantes" mortes de 34 trabalhadores em um confronto com a polícia sul-africana, em uma mina de platina controlada pela empresa Lonmin Plc. As mortes ocorreram em vários confrontos durante esta semana, embora a maioria tenha acontecido em um tumulto confuso. A mina fica a 60 quilômetros de Johannesburgo, maior cidade e centro industrial e financeiro da África do Sul.
"Nós temos que descobrir a verdade sobre o que aconteceu lá. A esse respeito, eu decidi instituir uma comissão investigadora. A investigação nos permitirá descobrir a verdadeira causa do incidente e também aprender as lições necessárias com ele", disse Zuma.
A polícia abriu fogo contra manifestantes armados com paus e facões. Desde a segunda, os manifestantes e guardas da mina Marikana tiveram vários incidentes e confrontos, que deixaram cinco mortos. A mina de platina fica perto da cidade de Rustenburg. "Isso é inaceitável no nosso país, que é um país onde todos se sentem confortáveis. Um país que tem uma democracia que todo mundo inveja", disse Zuma.
"Por isso, foi uma coisa chocante. Não sabemos de onde isso veio mas temos que investigar", afirmou o mandatário. Após o número de mortos ficar claro nesta sexta-feira, Zuma cancelou uma visita oficial que faria a Moçambique para uma cúpula da África Austral e foi à mina de Marikana, onde conversou com policiais e autoridades. Mais tarde, ele deverá visitar alguns dos 78 feridos que foram levados a hospitais vizinhos.
"Nós temos que descobrir a verdade sobre o que aconteceu lá. A esse respeito, eu decidi instituir uma comissão investigadora. A investigação nos permitirá descobrir a verdadeira causa do incidente e também aprender as lições necessárias com ele", disse Zuma.
A polícia abriu fogo contra manifestantes armados com paus e facões. Desde a segunda, os manifestantes e guardas da mina Marikana tiveram vários incidentes e confrontos, que deixaram cinco mortos. A mina de platina fica perto da cidade de Rustenburg. "Isso é inaceitável no nosso país, que é um país onde todos se sentem confortáveis. Um país que tem uma democracia que todo mundo inveja", disse Zuma.
"Por isso, foi uma coisa chocante. Não sabemos de onde isso veio mas temos que investigar", afirmou o mandatário. Após o número de mortos ficar claro nesta sexta-feira, Zuma cancelou uma visita oficial que faria a Moçambique para uma cúpula da África Austral e foi à mina de Marikana, onde conversou com policiais e autoridades. Mais tarde, ele deverá visitar alguns dos 78 feridos que foram levados a hospitais vizinhos.
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