Mesmo após uma avalanche atingir uma expedição do Monte Everest na sexta-feira (18), o montanhista cearense Rosier Alexandre que faz parte da equipe não desistiu da missão de atingir o pico da montanha mais alta do mundo. No sábado (19), o montanhista disse que os companheiros de missão estão traumatizados e que os corpos ainda estão sendo resgatados.
Três cearenses morreram ao serem atingindos pela avalanche. Eram nepaleses e trabalhavam como sherpas, guias que vão mais à frente para dar apoio e montar acampamentos nos próximos pontos de parada.
“A princípio, vamos prosseguir, mas os três próximos dias serão decisivos porque todos os sherpas desceram a montanha para fazer o sepultamento dos seus parentes. Perdemos três pessoas. Nós vamos avaliar primeiro como vai estar o estado psicológico e físico dos demais porque quase todos participaram dos resgates. Isso foi uma situação sobre-humana", afirmou o cearense. O acidente é considerado o mais mortal da história da montanha mais alta do mundo.
O alpinista estava a 500 m acima da avalanche. Ele começou o desafio no começo dos mês de abril, entre o Nepal e a China. Segundo Rosier, 15 corpos foram resgatos até agora. “Eu acompanhei este resgate porque foi em frente à minha barraca essa avalanche. Vi o helicóptero resgatando e vi, quando chegou, eu estava do lado. Sabe-se que tem mais pessoas desaparecidas, mas quantas ainda não sei”. Com informações do G1.
Três cearenses morreram ao serem atingindos pela avalanche. Eram nepaleses e trabalhavam como sherpas, guias que vão mais à frente para dar apoio e montar acampamentos nos próximos pontos de parada.
Imagem: Buddhabir Rai/AFP
Avalanche deixa mortos no Monte Everest.
Avalanche deixa mortos no Monte Everest.“A princípio, vamos prosseguir, mas os três próximos dias serão decisivos porque todos os sherpas desceram a montanha para fazer o sepultamento dos seus parentes. Perdemos três pessoas. Nós vamos avaliar primeiro como vai estar o estado psicológico e físico dos demais porque quase todos participaram dos resgates. Isso foi uma situação sobre-humana", afirmou o cearense. O acidente é considerado o mais mortal da história da montanha mais alta do mundo.
O alpinista estava a 500 m acima da avalanche. Ele começou o desafio no começo dos mês de abril, entre o Nepal e a China. Segundo Rosier, 15 corpos foram resgatos até agora. “Eu acompanhei este resgate porque foi em frente à minha barraca essa avalanche. Vi o helicóptero resgatando e vi, quando chegou, eu estava do lado. Sabe-se que tem mais pessoas desaparecidas, mas quantas ainda não sei”. Com informações do G1.
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