Foi garantido no sábado (5) que a Malásia não irá desistir de encontar o avião desaparecido e ainda anunciou detalhes de uma investigação multinacional dedicada a resolver o mistério enquanto as buscas completam quatro semanas.
Há uma urgência em encontrar a caixa preta antes que ela deixe de emitir sinais e sua bateria acabe, por isso, aviões e embarcações civis e militares percorreram uma área remota do Ocenao Índico. O ministro da Defesa da Malásia, Hishammuddin Hussein, disse que os custos financeiros de toda a busca são incomparáveis com a necessidade de prover consolo aos familiares.
"Só posso falar pela Malásia e a Malásia não vai parar de buscar", disse o ministro.
O ministro também anunciou que um investigador independente seria apontado e três área prinicpais de pesquisa seriam perseguidas. Manutenção, navegabilidade, estrutura e sistema, são operação que devem ser estudadas por um time. Equipamentos de gravação e meteorologia será examinados por outro grupo, além de mais um time que devem considerar farores médicos e humanos.
Especialistas da Autrália, que é o país mais próximo da atual zona de buscas devem compor a equipe de investigação, além da ajuda de outros países como a China, Estados Unidos, Reino Unido e França.
Segundo Hishammuddin, não há novas imagens de satélite ou dados que possam fornecer mais informações para as equipes de buscas. O foco está totalmente nas buscas no Oceano, disse. Com informações do Estadão.
Há uma urgência em encontrar a caixa preta antes que ela deixe de emitir sinais e sua bateria acabe, por isso, aviões e embarcações civis e militares percorreram uma área remota do Ocenao Índico. O ministro da Defesa da Malásia, Hishammuddin Hussein, disse que os custos financeiros de toda a busca são incomparáveis com a necessidade de prover consolo aos familiares.
"Só posso falar pela Malásia e a Malásia não vai parar de buscar", disse o ministro.
Imagem: Divulgação
Ministro garante que buscas por avião desaparecido vai continuar
Ministro garante que buscas por avião desaparecido vai continuarO ministro também anunciou que um investigador independente seria apontado e três área prinicpais de pesquisa seriam perseguidas. Manutenção, navegabilidade, estrutura e sistema, são operação que devem ser estudadas por um time. Equipamentos de gravação e meteorologia será examinados por outro grupo, além de mais um time que devem considerar farores médicos e humanos.
Especialistas da Autrália, que é o país mais próximo da atual zona de buscas devem compor a equipe de investigação, além da ajuda de outros países como a China, Estados Unidos, Reino Unido e França.
Segundo Hishammuddin, não há novas imagens de satélite ou dados que possam fornecer mais informações para as equipes de buscas. O foco está totalmente nas buscas no Oceano, disse. Com informações do Estadão.
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