Foi detido nesta terça-feira (27) o Ministro da Educação da Tailândia, Chaturon Chaisang, enquanto concedia uma coletiva de imprensa a jornalistas em Bangcoc. O local foi invadido por soldados armados que levaram Chaisang, segundo a Reuters.
Chaturon Chaisang, havia se recusado a se entregar após intimação da junta militar que aplicou um golpe e tomou o governo do país. A entrevista ocorria no Clube da Imprensa Estrangeira.
De acordo com as testemunhas, oito soldados armados invadiram o local e detiveram o ministro. Outras autoridades do país foram detidas após o golpe ocorrido no dia 22 de maio, incluindo a ex-premiê Yingluck Shinawatra, que já foi libertada.
Antes de ser detido, Chaisang disse não reconhecer a autoridade dos militares e defendeu o restabelecimento da democracia.
“Os líderes militares poderiam ter escolhido outra alternativa desde o princípio. A situação não teria se deteriorado e não teria se tornado uma desculpa para dar o golpe se tivessem cooperado com o governo para fazer cumprir a lei e tratar todas as partes com justiça”, disse aos jornalistas, de acordo com a agência EFE. Com informações do G1
Imagem: Nicolas Asfouri/AFP
O local foi invadido por soldados armados que levaram Chaisang.
O local foi invadido por soldados armados que levaram Chaisang.Chaturon Chaisang, havia se recusado a se entregar após intimação da junta militar que aplicou um golpe e tomou o governo do país. A entrevista ocorria no Clube da Imprensa Estrangeira.
De acordo com as testemunhas, oito soldados armados invadiram o local e detiveram o ministro. Outras autoridades do país foram detidas após o golpe ocorrido no dia 22 de maio, incluindo a ex-premiê Yingluck Shinawatra, que já foi libertada.
Antes de ser detido, Chaisang disse não reconhecer a autoridade dos militares e defendeu o restabelecimento da democracia.
“Os líderes militares poderiam ter escolhido outra alternativa desde o princípio. A situação não teria se deteriorado e não teria se tornado uma desculpa para dar o golpe se tivessem cooperado com o governo para fazer cumprir a lei e tratar todas as partes com justiça”, disse aos jornalistas, de acordo com a agência EFE. Com informações do G1
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