O governo dos Estados Unidos está pressionando o governo do Sudão para permitir que uma mulher que foi condenada à morte por abandonar o Islã - e depois perdoada - possa deixar o país livremente.
Meriam Ibrahim e o marido foram interrogados na terça-feira (24) por agentes de segurança sudaneses no aeroporto da capital, Cartum, quando tentavam embarcar para os EUA. Em Washington, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Marie Harf, disse que o governo sudanês lhe havia dado garantias de que Meriam e sua família estão bem.
"Eles não foram detidos. O governo nos deu garantias da sua segurança", disse Harf. "A Embaixada (americana) está e continuará altamente envolvida com a família e o governo (sudanês)".
Meriam, de 27 anos, foi condenada à morte em maio por abandonar a religião islâmica, uma decisão que causou indignação internacional. Na última segunda-feira, a decisão foi reavaliada e ela foi libertada. Com informações da BBC Brasil
Meriam Ibrahim e o marido foram interrogados na terça-feira (24) por agentes de segurança sudaneses no aeroporto da capital, Cartum, quando tentavam embarcar para os EUA. Em Washington, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Marie Harf, disse que o governo sudanês lhe havia dado garantias de que Meriam e sua família estão bem.
Imagem: AFP
Governo americano pressiona Sudão para que condenada à morte deixe o país
Governo americano pressiona Sudão para que condenada à morte deixe o país"Eles não foram detidos. O governo nos deu garantias da sua segurança", disse Harf. "A Embaixada (americana) está e continuará altamente envolvida com a família e o governo (sudanês)".
Meriam, de 27 anos, foi condenada à morte em maio por abandonar a religião islâmica, uma decisão que causou indignação internacional. Na última segunda-feira, a decisão foi reavaliada e ela foi libertada. Com informações da BBC Brasil
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