Nesta quinta-feira (17), um avião que seguia para Malásia com 295 pessoas caiu na região da fronteira da Ucrânia com a Rússia. De acordo com a agência russa “Interfax”, o avião foi derrubado quando atingiu 10 mil metros. A empresa Malásia Airlines, responsável pelo avião, anunciou que perdeu contato com uma das suas aeronaves.
O presidente ucraniano Petro Poroshenko, em um comunicado da presidência, disse: "Este é o terceiro caso trágico nos últimos dias, após os aviões An-26 e Su-25 das forças armadas ucranianas serem derrubados a partir do território da Rússia". Ele acrescentou: "Não excluímos a possibilidade de que este avião (malaio) possa ter sido abatido e ressaltamos que as forças armadas ucranianas não efetuaram disparos que possam ter atingido alvos no ar”.
O assessor do ministro do Interior da Ucrânia, Anton Guerashenko, disse que a aeronave foi abatida por um míssil terra-ar. Na aeronave, estavam a bordo 295 pessoas, sendo 280 passageiros e 15 tripulantes.
O avião viajava de Amsterdã para Kuala Lumpur e caiu em uma região que está sob o controle de milicianos separatistas pró-Rússia e que estão em confronto com as forças governamentais da Ucrânia. Com informações do G1
Imagem: Maxim Zmeyev/Reuters
Destroços do avião da Malysia que caiu na Ucrânia
Destroços do avião da Malysia que caiu na Ucrânia O presidente ucraniano Petro Poroshenko, em um comunicado da presidência, disse: "Este é o terceiro caso trágico nos últimos dias, após os aviões An-26 e Su-25 das forças armadas ucranianas serem derrubados a partir do território da Rússia". Ele acrescentou: "Não excluímos a possibilidade de que este avião (malaio) possa ter sido abatido e ressaltamos que as forças armadas ucranianas não efetuaram disparos que possam ter atingido alvos no ar”.
O assessor do ministro do Interior da Ucrânia, Anton Guerashenko, disse que a aeronave foi abatida por um míssil terra-ar. Na aeronave, estavam a bordo 295 pessoas, sendo 280 passageiros e 15 tripulantes.
O avião viajava de Amsterdã para Kuala Lumpur e caiu em uma região que está sob o controle de milicianos separatistas pró-Rússia e que estão em confronto com as forças governamentais da Ucrânia. Com informações do G1
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