Em 24 de julho deste ano no Mali, caiu o avião AH5017 da Air Algérie. Gravações feitas de conversas da tripulação até então não estão sem nenhum utilidade, de acordo com Rémi Jouty, diretor do Birô de Investigações e Análises (BEA).
Nesta quinta (7), Rémi Jouty lamentou o fato. "A fita magnética estava um pouco danificada. Seu conteúdo poderá ser extraído. O laboratório do BEA pode ainda restaurar essa fita. Infelizmente, por enquanto, os registros são inutilizáveis", esclareceu durante coletiva de imprensa.
"Essa disfunção não é o resultado do acidente", explicou deixando claro que não é a primeira vez que esse tipo de situação acontece em meio a acidentes aéreos. Jouty disse ainda que "quando analisamos a trajetória da aeronave, ela nos leva a pensar que o avião se desintegrou em vários pedaços durante o voo", acrescentando que "isso não impede danos em voo". Com Informações do Terra
Nesta quinta (7), Rémi Jouty lamentou o fato. "A fita magnética estava um pouco danificada. Seu conteúdo poderá ser extraído. O laboratório do BEA pode ainda restaurar essa fita. Infelizmente, por enquanto, os registros são inutilizáveis", esclareceu durante coletiva de imprensa.
"Essa disfunção não é o resultado do acidente", explicou deixando claro que não é a primeira vez que esse tipo de situação acontece em meio a acidentes aéreos. Jouty disse ainda que "quando analisamos a trajetória da aeronave, ela nos leva a pensar que o avião se desintegrou em vários pedaços durante o voo", acrescentando que "isso não impede danos em voo". Com Informações do Terra

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